domingo, 14 de fevereiro de 2010

Mielite Transversa

Joanne Lynn, M.D. (Médica)

A Mielite Transversa (MT) é uma síndrome neurológica causada por uma inflamação na medula espinhal. Ela é incomum, mas não rara.
Segundo estimativas cautelosas, a incidência anual varia entre 1 e 5 pessoas por milhão na população(Jeffery, et.al., 1993).
O termo “mielite” é uma designação geral para inflamação na medula espinhal; “transversa” refere-se ao envolvimento através de um nível da medula espinhal; Ela ocorre tanto em adultos como em crianças. Você também poderá ouvir o termo “mielopatia”, que é mais abrangente, aplicado a qualquer doença na medula espinhal.

Sintomas Clínicos

Os sintomas de MT se desenvolvem rapidamente no curso de algumas horas, a várias semanas. Cerca de 45% dos pacientes pioram em no máximo 24 horas (Ibid.). A medula espinhal conduz fibras de nervos motores aos membros e tronco, e fibras sensoriais do corpo de volta ao cérebro. Inflamações no interior da medula espinhal interrompem tais caminhos, desencadeando sintomas de MT comuns, como fraqueza nos membros, perturbação sensorial, disfunções no intestino ou na bexiga, dores nas costas e dor radicular (dor na distribuição de um único nervo espinhal).

Quase todos os pacientes acabam desenvolvendo fraqueza nas pernas, em diferentes graus de gravidade. Os braços são afetados em uma minoria dos casos, de acordo com o nível do envolvimento da medula espinhal. As sensações são reduzidas abaixo do nível do envolvimento da medula espinhal na maioria dos pacientes. Alguns têm a impressão de formigamento ou dormência nas pernas. Dor (definida como sensação de alfinetada pelos neurologistas) e percepção térmica são reduzidas na maioria dos pacientes. Sensação de vibração (como de um diapasão) e noção de posição da articulação podem também ser reduzidas ou inexistentes. O controle da bexiga e da esfíncter anal é afetado na maioria dos casos. Muitos pacientes com MT relatam uma sensação de laço apertado ou cinta ao redor do tronco, além de grande sensibilidade ao toque na região.

A recuperação pode ser nula, parcial ou completa, e geralmente se inicia dentro de 1 a 3 meses. Uma recuperação significativa é improvável, caso não se verifique uma melhora em 3 meses (Feldman, et. al., 1981). A maioria dos pacientes com MT apresentam uma melhora razoável. A MT é, em geral, uma doença monofásica (ocorre uma única vez); no entanto, uma pequena porcentagem de pacientes podem sofrer uma recaída, principalmente quando possuem uma doença que os predispõe.

Causas da Mielopatia Transversa e Mielite

A mielite transversa pode ocorrer isoladamente ou em conjunto com outras doenças. Quando diagnosticada sem causa aparente é chamada idiopática. Presume-se que a mielite transversa idiopática seja resultado de uma ativação anormal do sistema imunológico contra a medula espinhal. Uma lista de doenças associadas à MT abrange:

Relação de Doenças Associadas à Mielite Transversa

Parainfecciosa (ocorre no momento e em conjunto com uma infecção aguda ou um episódio de infecção).

Viral: herpes simples, herpes zoster, citomegalovirus, vírus Epstein-Barr, enterovirus (poliomielite, Coxsackievirus, echovirus), células T humanas, vírus da leucemia, vírus da imunodeficiência humana, influenza, raiva

Bacteriana: Mycoplasma pneumoniae, Borreliose de Lyme, sífilis, tuberculose

Pós-Vacinal (raiva, varíola bovina, há suspeitas da H1N1 )

Doença Auto-Imune do Sistema

Lupus eritematoso sistêmico

Síndrome de Sjögren

Sarcoidose

Esclerose Múltipla

Síndrome Paraneoplásica

Vascular

Trombose de artérias espinhais

Vasculite secundária de abuso de heroína

Malformação Arteriovenosa Medular

A causa da mielite transversa idiopática é desconhecida, mas a maioria dos fatos apontam para um Processo Auto-Imune. Ou seja, o próprio sistema imunológico do paciente é estimulado de forma anormal a atacar a medula espinhal, causando inflamação e danos no tecido. Entre as doenças auto-imunes mais comuns estão: a artrite reumatóide, que desencadeia ataques por parte do sistema imunológico nas articulações, a esclerose múltipla, caso em que a mielina, material isolante de células nervosas no cérebro, é alvo de ataque auto-imune.

A MT se desenvolve com freqüência em conjunto com infecções virais e bacterianas, especialmente aquelas associadas a erupções cutâneas (ex.: rubéola, varicela, varíola, rubéola, influenza e caxumba). Cerca de um terço dos pacientes com MT apresentam uma doença febril (espécie de resfriado com febre) concomitante ao início de sintomas neurológicos. Em alguns casos, há evidências de invasão direta e danos à medula pelo próprio agente infeccioso (em especial o da poliomielite, herpes zoster e AIDS). Um abscesso bacteriano também pode se desenvolver na região da medula espinhal, causando danos através de compressão, invasão bacteriana e inflamação.

No entanto, especialistas acreditam que infecções, em muitos casos, possam levar a um desarranjo do sistema imunológico, levando indiretamente a ataques auto-imunes na medula espinhal, ao invés de ataques direitos pelo organismo. Uma teoria que esclarece tal ativação anormal do sistema imunológico contra o tecido humano é a do “mimetismo molecular”. Ela postula que um agente infeccioso possa ter uma molécula que se assemelha ou "imita" uma molécula da medula espinhal. Quando o corpo reage com uma resposta imunológica ao vírus invasor ou bactéria, ele acaba respondendo também àquela molécula da medula espinhal semelhante estruturalmente à do invasor, causando inflamações e danos na medula espinhal.

As vacinações também são bem conhecidas por apresentar riscos para o desenvolvimento de encefalomielite aguda disseminada (ADEM), inflamação aguda do cérebro e da medula espinhal. Tal fato era particularmente comum com as vacinas anti-rábicas mais antigas desenvolvidas em culturas de medulas espinhais de animais; a substituição por vacinas anti-rábicas desenvolvidas em culturas de tecido humano praticamente erradicou o problema. Acredita-se que tal fato seja uma resposta do sistema imunológico.

A mielite transversa é talvez uma manifestação relativamente incomum, decorrente de várias doenças auto-imunes, como lupus eritematoso sistêmico (LES), Síndrome de Sjögren e a sarcoidose. O LES é uma doença auto-imune de causas desconhecidas que afeta mútiplos órgãos e tecidos do organismo. Entre os sintomas dessa doença estão a artralgia (dor articular) e artrite (inflamação nas articulações), erupções cutâneas, inflamações no rim, baixa contagem de células sangüíneas (incluindo eritrócitos, leucócitos e plaquetas), úlcera bucal e a presença de anticorpos anormais (que atacam o tecido do próprio indivíduo) no sangue. A síndrome do LES em seu estágio desenvolvido é facilmente reconhecível; no entanto, pode se iniciar com apenas um ou dois sinais, sendo difícil de ser diagnosticada.

A Síndrome de Sjögren é uma outra doença auto-imune caracterizada pela invasão e infiltração das glândulas lacrimal e salivar de células brancas do sangue (linfócitos) acarretando diminuição na produção desses fluídos. Pacientes apresentam a boca seca e olhos ressecados. Vários testes confirmam esse diagnóstico: presença de anticorpo SS-A no sangue, testes oftalmológicos atestando decréscimo na produção de lágrimas e demonstração de infiltração de linfócitos em amostras de biópsia de pequenas glândulas salivares (procedimento minimamente invasivo). Manifestações neurológicas são incomuns na Síndrome de Sjögren, mas a MT pode ocorrer.

A Sarcoidose é uma disfunção inflamatória multissistêmica de causa desconhecida, manifestada através de inchamento de nódulos linfáticos, inflamação pulmonar, lesões cutâneas variadas, envolvimento do fígado ou de outro órgão. No sistema nervoso, vários nervos, bem como medula espinhal, são afetados. O diagnóstico é geralmente confirmado por biópsia atestando sinais de inflamação típicos da sarcoidose.

A esclerose múltipla é uma doença inflamatória auto-imune do sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) que acarreta desmielinização ou perda de mielina (material isolante de fibras nervosas) e conseqüente disfunção neural. O atestado definitivo de EM somente é confirmado ao paciente após este sofrer no mínimo dois ataques desmielinizantes (múltiplos, portanto) em duas partes diferentes do sistema nervoso central. A medula espinhal é afetada com freqüência em casos de esclerose múltipla, podendo ser o primeiro local atacado pela doença. Tal fato aponta para a possibilidade de pacientes com mielite transversa aguda sofrerem um segundo episódio de desmielinização, sendo diagnosticados com EM.

A porcentagem de pacientes acometidos pelo primeiro ataque de mielite transversal aguda, que desenvolvem esclerose múltipla, é desconhecida na literatura médica, variando entre 15 a 80%; entretanto, grande parte das pesquisas indicam riscos reduzidos. Sabemos claramente que pacientes cujas imagens de ressonâncias magnéticas do cérebro são anormais, com lesões como as de EM, são muito mais propensos a desenvolverem EM em relação àqueles cujas MRI do cérebro são normais no momento em que têm mielite (as chances são de 60 a 90% para aqueles com MRI cerebral anormal, e menos de 20% para aqueles com MRI cerebral normal). Tal fato tem sugerido, na literatura médica, que pacientes com mielite transversa “completa” (o que corresponde à paralisia da perna ou perda sensorial) são menos predispostos a desenvolverem EM em relação àqueles que apresentaram um caso "parcial" ou menos grave. A literatura sugere ainda que pacientes com anticorpos anormais em sua medula espinhal, as chamadas bandas oligoclonais, correm maior risco de desenvolverem EM posteriormente.

A Mielite relacionada a câncer (denominada síndrome paraneoplásica) é incomum. Há vários casos na literatura médica de mielite aguda em associação com câncer maligno. Além disso, há um número crescente de casos de mielopatia associada a um câncer, em que é desencadeada uma produção de anticorpos do sistema imunológico no combate ao câncer, que por sua vez apresenta uma reação cruzada com moléculas dos neurônios da medula espinhal. É preciso ressaltar que se trata de um caso incomum de mielite.

Causas vasculares estão listadas pois apresentam os mesmos problemas da mielite transversa; no entanto, trata-se a princípio de um problema distinto, resultante de um fluxo sangüíneo à medula espinhal inadequado, e não uma inflamação propriamente dita. Os vasos sangüíneos em direção à medula espinhal podem se fechar com coágulos ou aterosclerose, ou se romper e sangrar; é de fato um "derrame" da medula espinhal.

Diagnóstico

Primeiro é realizado um exame sobre o histórico do paciente e um exame físico que, na maioria das vezes, no entanto, não nos oferece pistas sobre a causa da lesão na medula espinhal. A primeira preocupação do médico, que avalia um paciente com queixa e exames que sugerem enfermidade na medula espinhal, é a definição da massa ocupada pela lesão que possa estar comprimindo a medula espinhal. Entre as lesões em potencial que poderiam estar causando tal compressão estão o tumor, a hérnia discal, estenose (estreitamento de canal da medula) e abscesso. Isso é importante, dado que cirurgias antecipadas de remoção da compressão podem reverter o dano neurológico à medula espinhal. A maneira mais fácil de se definir a lesão da região comprimida é através de Imagem por Ressonância Magnética de certos níveis da medula espinhal. Mas caso a MRI não esteja disponibilizada ou as imagens sejam equívocas, deve-se realizar a mielografia. O mielograma é um conjunto de raios X tirados após uma punção lombar na região lombar ou do pescoço, e um agente contrastante (corante) é injetado dentro de um saco ao redor da medula espinhal. O paciente é então inclinado para cima e para baixo de forma que o corante possa fluir e delinear a medula espinhal enquanto são tirados os raios X.

Caso a MRI ou o mielograma não apontem massa de lesão fora ou dentro da medula espinhal, pode-se cogitar que o paciente com disfunção na medula espinhal tenha mielite transversa ou problemas vasculares. A MRI consegue às vezes demonstrar uma lesão inflamatória no interior da medula. É difícil diagnosticar a causa da inflamação, dado que raramente se realiza uma biópsia na medula espinhal, pois ela pode acarretar alguma lesão. Em seguida, o médico envia a amostra de sangue para testes e estudos de LES e síndrome de Sjögren, infecção por HIV, nível de vitamina B12 para detectar deficiência, e um teste de sífilis. A seguir, o teste mais comum é a punção lombar para coletar fluído de estudos, incluindo contagem de células brancas e proteínas em busca de inflamações, culturas para detectar infecções de vários tipos, e testes para examinar a ativação anormal do sistema imunológico (nível de imunoglobina e eletroforese das proteínas sangüíneas). É comum uma MRI do cérebro para mapear lesões ligadas à EM. Se nenhum desses testes sugerirem uma causa específica, presume-se que o paciente tenha mielite transversa idiopática ou mielite transversa parainfecciosa, caso haja outros sintomas que sugiram uma infecção.



Referências

1. Jeffery DR, Mandler RN, Davis LE. "Transverse myelitis: retrospective analysis of 33 cases, with differentiation of cases associated with multiple sclerosis and parainfectious events." Arch Neurol, 1993; 50:532.

2. Berman M, Feldman S, Alter M, et. al. "Acute transverse myelitis: incidence and etiological considerations." Neurology, 1981; 31:966.

3. Stone LA. "Transverse Myelitis" in Rolak LA and Harati Y (eds.) Neuroimmunology for the Clinician. Boston, MA: Butterworth-Heinemann, 1997; 155-165.

Dra. Lynn é Professora Assistente de Neurologia da Universidade do Estado de Ohio. Ela é formada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade do Estado de Ohio e fez residência em Medicina Interna no Hospital Stong Memorial da Universidade de Rochester. Logo em seguida, retornou à Universidade do Estado de Ohio para treinamento de clínicos em doenças neuromusculares. Atualmente pertence à equipe do Centro de Esclerose Múltipla da Universidade do Estado de Ohio e tem interesse especial por pesquisas clínicas sobre tratamento de EM.

27 comentários:

  1. Gostaria de saber se anestesia na espinha pode causar mielite transversa

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  2. Por favor me ajudem tirar essa dúvida fiz uma cirurgia plástica de abdominoplastia e lipo minha anestesia foi na espinha meus exames confirmou uma mielite transversa fiquei sem andar por 20 dias faz 7 meses e não tive um dia de alívio quero saber se pode ter sido por causa da anestesia obrigada!

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  3. Bom dia,foi diagnosticado numa RM da coluna,a doença mielopatia espondilótica cervical,e já fui submetida no mês de dezembro de 2010 à HDC por via anterior e descompressão medular com artrodese.Eu tinha três hérnias,estenose de canal,e minha medula estava sendo comprimida.Gostaria de saber, segundo seu conhecimento vasto no assunto,o que tudo isso significa,em termos de eficácia da cirurgia que fiz,prognósticos de possível volta dos sintomas, se mesmo com a cirurgia,a doença continua presente,e se é o caso de aposentar por invalidez,uma vez que,mesmo com a cirurgia,ainda possuo limitações....Desde já,agradeço e se possível,gostaria de uma resposta.Grata...

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  4. infelizmente suas perguntassão muito relativas, cada caso é um caso, vc pode ficar muito bem, e não voltar a ter nada
    qt a aposentadoria, esse é um assunto que não domino, porém, o que tenho visto é um grande descaso dos peritos para a aposentadoria.
    deseo que vc tenha ficado curada
    boa sorte

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  5. Ola,
    Estou passando por um caso de mielite transversa na minha casa, foi descoberta a mielite em minha esposa estamos fazendo o tratamento já fazem quase 3 meses, e ela ainda apresenta praticamente as mesmas dores e formigamento na perna, você disse que de 1 a 3 meses já deveria ter tido uma melhora, porem no caso dela nada acontece, o que você recomenda, ela esta tomando corticóide só isso é suficiente. Agradeço a ajuda, e rezo para que ninguém tenha que passar por essa doença.

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  6. Olá, minha mãe entrou no hospital com apendicite e saiu com mielite transversa. Eu não tenho dúvidas que foi devido à má aplicação da anestesia, visto que apenas esta tem acesso à coluna na operação de apendicite. Ela vem sofrendo muito com dores, mal estares, fraquezas e vários outros sintomas deprimentes, isso sem falar nos sintomas causados pela medicação. Ela agora precisa fazer fisioterapia, hidroterapia, toma remédios fortíssimos, e após mais de seis meses a melhora é quase inexistente. Ela não está satisfeita com o médico dela, por isso gostaria de perguntar se existe no Brasil uma junta médica especializada no assunto e onde fica?

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    1. Olá, estou com um caso de mielite transversa na minha família , a minha tia está a mais de 03 meses com essa sindrome, cada dia que passa esta mais mais regredindo. Não sabemos mais o que fazer, pois foram tantas as infecções que adiquiriu, que já estamos todos desacreditados com a junta médica que a atende. Por favor me esclareça mais sobre esse mal que cada vez mais está atacando os pacientes. Que Deus nos abençõe

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    2. oi aq em Cacoal Ro tem um neurologista que é especialista nessa doença

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    3. esse medico tem um site, um numero de telefone, para falar com ele, pois tive mielite em 2013, mas ja estou melhorando.

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    4. qual o site deste medico? e vc que teve esse caso em 2013, como esta?

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  7. Olá, estou com um caso de mielite transversa na minha família , a minha tia está a mais de 03 meses com essa sindrome, cada dia que passa esta mais mais regredindo. Não sabemos mais o que fazer, pois foram tantas as infecções que adiquiriu, que já estamos todos desacreditados com a junta médica que a atende. Por favor me esclareça mais sobre esse mal que cada vez mais está atacando os pacientes. Que Deus nos abençõe

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  8. Ola, eu me interesso mt por esse assunto, pois tambem fiquei sem andar por uns vinte dias maiso ou menos, meu atendimento foi rapido com neurocirurgiao, tive um bom progresso, faz uma ano q fui acometida por essa doença, hoje ando, corro, tenho uma vida 90% normal, meu tratamento esta sendo a base de gabapentina, amitriptilina e paracetamol, uma mistura manipulada, tambem fiz mt fisioterapia, recomendo a todos que tenham fé em Deus.

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    1. que bom, me conte como foi voltar a andar em 20 dias, meu pai esta com esta doenca a 20 dias soube do diagnostico a uma semana, preciso saber como lidar com isso, muito obrigada , me mande email

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  9. Adorei! que bom que temos fontes para pesquisar quando temos dúvidas, ou queremos confirmar diagnósticos. parabéns voltarei a consultar

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  10. Eu estou desesperada com o meu filho que acabou de completar 20 anos e tá com Mielite transversa, está tendo muitas crise de dores e perdendo os movimentos das pernas eu não sei mais a onde levá-lo ´pois os Médicos parecem não terem interesse em investigar o problema o que fazer?????????? Só Deus pra me ajudar !!!!!!!!!!!

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    1. sou de cacoal ro aq tem um medico neurologista muuuito bom que curou um menino que tinha essa doença

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    2. qual o nome desse médico, vc pode me informar, ou tel. sou de porto velho, tambem tenho esta doença....

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  11. Judite, peguei Mielite transversa em julho. Fiz uns 30 exames de sangue, mais um monte de ressonância. A mielite mesmo sem medicação diminuiu e voltei a andar normalmente. Meu corpo está reagindo. Agora me indicaram tomar Lyrica. O que percebi é que os médicos ainda não entendem a doença e não sabem como agir diante dela. Eles vão fazendo testes e nos somos cobaias. O que de fato me ajudou no início foi a acupuntura, tente isso.Abraços

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    1. Meu nome é Rodrigo e tive mielite transversa há 10 meses, hoje eu mexo com as pernas, mas nao consigo andar. Gostaria muito de orientações, desde já agradeço. "Rodrigoinfall@Gmail.com"

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  12. Tive Mielite Transversa em março de 2012, começou com uma coceira no lado esquerdo que atingia do peito as costas, fiquei sem andar em menos de 24 horas, quando me deu uma fraqueza nas pernas, somente na esquerda, o médico que me atendeu foi um neurocirurgião muti rápido ele, passou imediatamente umas injeções por nome de "Sigen", passou-me 10, na época elas custavam 325,00 reais cada, e mais um corticóide que não lembro o nome, foram eficazes, ele ainda trata de mim até hoje, em menos de um mês voltei a caminhar, hoje caminho, corro, levo uma vida normal, já tive um outro surto, mais bem fraco, sinto que minha perna esquerda não é mais a mesma, mas graças a Deus levo uma vida normal, amigos e amigas, eu gostaria de deixar uma mensagem as pessoas que infelizmente foram acometidas por essa doença. Sem sombra de dúvidas é uma doença de grandes proporções, com sequelas, em fim com suas implicações, mas, Deus é maior que qq coisa, qq doença, qq problema, acima de tudo e de tdas as coisas, foi Ele que me curou.

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    1. RHOSANA GOSTARIA MUITO DE SABER QUEM E SEU MEDICO. DE ONDE VC E? JA LUTO CONTRA ESSA DOENÇA A 3 ANOS
      MEU EMAIL É selma164@gmail.com

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  13. Cara Rhosana LBorges, também contraí MT e estou sob tratamento há uns 70 dias, sendo que meus movimento começaram a voltar através de um tratamento com um médico ortomolecular de São José do Rio Preto-SP (dr. Mauro Penteado). Faço fisioterapia e tomo os remédios. Porém, gostaria de saber mais sobre o seu tratamento, pois tenho pressa na recuperação, haja vista que minha mulher está gravida de 03 meses e vai precisar muito de mim quando o bebê nascer. Favor entrem em contato (67) 92891133 Márcio Dutra

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  14. tive MT em 1993,sou bombeiro reformado por invalidez,Faço tratamento com ervas medicinais.Mais sinto dor 24 horas desde 1993 hoje estou com hérnia cervical e lombar;síndrome do angulo da escapula a direita,nódulos no pulmão esquerdo;síndrome do manguito rotador,gastrite crônica;erosão no esófago;pressão alta;operado de hérnia umbilical e varicocele.além do fígado doente por causa do paracetamol.também a MT afetou meu diafragma e hoje preciso de fisioterapia motora e respiratória e labirintite devido as inflamações dos ouvidos. meu contato para trocar experiência t.montenegrofilho@hotmail.com

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  15. também mandarei algumas ervas medicinais que me ajudaram e enviarei para vcs sem custo algum t.montenegrofilho@hotmail.com

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  16. Gostaria de ter o tel do médico citado Dr Mauro Penteado, médico ortomolecular que tratou um caso de mielite transversa, Muito grata!

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  17. Alguém tem o contato da Professora abaixo, pois minha mãe a seis anos sofre com MT e essa semana teve uma crise..estamos em desepero total..Obrigada

    Dra. Lynn é Professora Assistente de Neurologia da Universidade do Estado de Ohio. Ela é formada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade do Estado de Ohio e fez residência em Medicina Interna no Hospital Stong Memorial da Universidade de Rochester. Logo em seguida, retornou à Universidade do Estado de Ohio para treinamento de clínicos em doenças neuromusculares. Atualmente pertence à equipe do Centro de Esclerose Múltipla da Universidade do Estado de Ohio e tem interesse especial por pesquisas clínicas sobre tratamento de EM. Deus os abençoe!!meu email bibiansan@hotmail.com

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  18. Meu nome é Rodrigo e tive mielite transversa há 10 meses, hoje eu mexo com as pernas, mas nao consigo andar. Gostaria muito de orientações, desde já agradeço. "Rodrigoinfall@Gmail.com"

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