terça-feira, 14 de outubro de 2014

Síndrome de sjogren

SÍNDROME DE SJÖGREN SÍNDROME DE SJÖGREN Por PEDRO PINHEIRO
A síndrome de Sjögren é uma doença de origem autoimune, que ataca glândulas e órgãos do nosso corpo. A síndrome de Sjögren acomete preferencialmente mulheres; a cada 10 pacientes com esta doença, 9 são do sexo feminino. Neste artigo vamos abordar os seguintes pontos sobre a síndrome de Sjögren: O que é a síndrome de Sjögren. Causas e fatores de risco para a síndrome de Sjögren. Sintomas da síndrome de Sjögren. Diagnóstico da síndrome de Sjögren. Tratamento da síndrome de Sjögren. O QUE É A SÍNDROME DE SJÖGREN A síndrome de Sjögren é uma doença de origem autoimune, ou seja, é uma doença na qual o sistema imunológico equivocadamente passa a atacar células e tecidos do nosso próprio corpo, como se estes fossem agentes invasores perigosos para a nossa saúde. O sistema imune produz autoanticorpos e estimula células de defesas, como os linfócitos, a atacar e destruir partes do nosso próprio organismo (leia: DOENÇA AUTOIMUNE). No caso específico da síndrome de Sjögren, os alvos principais são as glândulas lacrimais e salivares, provocando sintomas como olhos e boca seca. Todavia, a doença pode não se restringir a essas glândulas, sendo possível também o acometimento de outros órgãos, como articulações, rins, pulmão, nervos, pele, fígado, pâncreas, etc. CAUSAS E FATORES DE RISCO PARA A SÍNDROME DE SJÖGREN Assim como em quase todas as doenças de origem autoimune, não sabemos exatamente por que o sistema imunológico destes pacientes subitamente passa a agir de forma equivocada, atacando tecidos e órgãos do próprio organismo. Sabemos, entretanto, que há um forte componente genético na sua gênese, pois os pacientes com síndrome de Sjögren apresentam alguns genes em comum. Porém, para que a síndrome de Sjögren apareça, não basta a herança genética, alguns outros fatores ambientais ainda não esclarecidos, como infecções por certos vírus ou bactérias, parecem ser necessários para que o sistema imunológico dos pacientes geneticamente susceptíveis passe a agir de forma perigosa. Cerca de metade dos pacientes com síndrome de Sjögren apresenta também outra doença autoimune associada, como lúpus (leia: SINTOMAS DO LÚPUS), artrite reumatoide (leia:ARTRITE REUMATOIDE | Sintomas e tratamento), esclerodermia ou tireoidite de Hashimoto (leia: HIPOTIREOIDISMO | Tireoidite de Hashimoto). Portanto, ter uma doença autoimune é um fator de risco para ter síndrome de Sjögren, assim como ter síndrome de Sjögren é um fator de risco para ter outras doenças autoimunes. Classificamos como síndrome de Sjögren primária os casos no qual não há outra doença autoimune associada. Já os pacientes que possuem síndrome de Sjögren além de outra doença autoimune, como lúpus ou artrite reumatoide, são considerados como portadores de síndrome de Sjögren secundária. Outros fatores de risco importantes para a síndrome de Sjögren são o sexo feminino, já que mais de 90% dos casos ocorrem em mulheres, e a idade, pois, apesar da doença poder surgir em qualquer faixa etária, ela é mais comum em pessoas acima dos 40 anos. SINTOMAS DA SÍNDROME DE SJÖGREN A xeroftalmia (olhos secos) e a xerostomia (boca seca) são os sintomas mais típicos da síndrome de Sjögren. Porém, a doença costuma ser insidiosa, com progressão lenta e com sintomas inespecíficos, comuns a várias outras doenças reumatológicas, principalmente nos primeiros anos, fazendo com que o diagnóstico correto, muitas vezes, só seja feito após anos de investigação.  A inflamação das glândulas lacrimais reduz a produção de lágrima e interfere na lubrificação dos olhos, levando a sintomas, como olhos vermelhos, olhos ressecados, ardência ou sensação de corpo estranho, coceira ou visão borrada. A falta de lubrificação dos olhos aumenta o risco de infecção ocular e lesões da córnea (leia: OLHO SECO E FALTA DE LÁGRIMAS). A inflamação das glândulas salivares provoca redução da produção de saliva, levando à boca seca, garganta seca, dificuldades para engolir, alterações no paladar, rouquidão, aumento da incidência de cáries, e lesões nos dentes, gengivas, língua e lábios. Nas crianças, a inflamação e inchaço da glândula parótida é muito comum, podendo o quadro ser confundido com caxumba (leia: CAXUMBA | Sintomas e complicações). Além das glândulas lacrimais e salivares, outras áreas do corpo podem também ser atacadas. Exemplos são as vias áreas, onde é possível haver tosse seca (leia: TOSSE | Causas e tratamento), sinusite (leia: SINUSITE | Sintomas e tratamento) e rinite (leia: RINITE ALÉRGICA | Sintomas e tratamento), além do aumento da incidência de infecções pulmonares. A inflamação das glândulas vaginais, responsáveis pela lubrificação da vagina também é comum, levando à secura vaginal, dor durante o ato sexual e aumento da frequência de infecções ginecológicas, principalmente candidíase (leia: CANDIDÍASE | Sintomas e tratamento). Cansaço e alterações menstruais também são relativamente comuns. Sintomas menos comuns da síndrome de Sjögren incluem atrite, fenômeno de Raynaud, aumento de linfonodos, lesões dos rins, lesões dos nervos e músculos. Uma complicação rara é a inflamação dos vasos sanguíneos, chamada vasculite, que pode danificar os tecidos do corpo que são nutridos por estes vasos inflamados (leia: VASCULITE | Causas e sintomas). Cerca de 5% dos pacientes com síndrome de Sjögren desenvolvem linfoma não-Hodgkin (leia: LINFOMA HODGKIN e LINFOMA NÃO-HODGKIN). Esta complicação surge, geralmente, 7 a 10 anos após o diagnóstico da síndrome de Sjögren. DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME DE SJÖGREN A síndrome de Sjögren é muitas vezes uma doença difícil de diagnosticar, pois os sinais e sintomas variam de pessoa para pessoa e podem, inicialmente, ser semelhantes aos causados ​​por outras doenças, como artrite reumatoide, lúpus, sarcoidose, amiloidose, fibromialgia (leia: O QUE É FIBROMIALGIA?), etc. Além disso, os clássicos sintomas de olhos e boca seca ocorrem em várias outras doenças, podendo também ser um efeitos colateral de uma série de medicamentos. Não é incomum, portanto, o paciente só receber o diagnóstico correto da síndrome de Sjögren vários anos após o aparecimento dos primeiros sintomas. O especialista mais indicado para conduzir a investigação de quadros sugestivos de Sjögren é o reumatologista. Não existe um exame único que consiga definir com certeza o diagnóstico. Este normalmente é feito através da avaliação conjunta dos sinais e sintomas com exames laboratoriais. A pesquisa de autoanticorpos, como o FAN (ANA) (leia: EXAME FAN (FATOR ANTINUCLEAR)), o fator reumatoide, anti-SSA/Ro e anti-SSB/La podem auxiliar no diagnóstico. Porém, estes autoanticorpos possuem elevada taxa de falso positivo e falso negativo, não sendo suficientes para o diagnóstico sem outros dados clínicos e laboratoriais. A biópsia de glândula salivar pode ser recomendada para auxiliar no diagnóstico. O procedimento é feito através da remoção de um pequeno pedaço de tecido a partir da porção interna do lábio inferior. Uma glândula cheia de linfócitos sugere que a mesma está sendo atacada pelo sistema imune, o que fala fortemente a favor da síndrome de Sjögren. Exames oftalmológicos para determinar se a produção de lágrimas está normal também são úteis: – Teste de Schirmer: neste teste, um pequeno e fino pedaço de papel filtro é inserido suavemente entre a pálpebra e o canto interno do olho. O papel é removido depois de vários minutos, e a umidade no mesmo é medida. A diminuição da quantidade de umidade é característica da síndrome de Sjögren, embora a produção de lágrima reduzida possa também ocorrer com outras condições. – Teste de Rosa Bengala: este teste detecta lesões nos olhos, principalmente na conjuntiva e na córnea, causadas pela secura crônica do mesmo. É um exame dos olhos feito após pingar um colírio com um corante específico, chamado rosa bengala. Com uma luz especial, o oftalmologista consegue detectar lesões nos olhos. TRATAMENTO DA SÍNDROME DE SJÖGREN Atualmente, não há cura para a síndrome de Sjögren. No entanto, os tratamentos podem melhorar os sintomas e prevenir as várias complicações da doença. O tratamento visa reduzir os sintomas mais incômodos. Os olhos secos são tratados com lágrimas artificiais aplicadas regularmente durante o dia ou com gel aplicado à noite. Colírios que reduzem a inflamação nas glândulas lacrimais, tais como a ciclosporina (Restasis®), podem ser utilizados para aumentar a produção de lágrima. Para aumentar a salivação, o uso de balas ou goma de mascar sem açúcar são úteis. Beber ou apenas molhar a boca com goles de água durante o dia também é importante para mantê-la bem hidratada. Alguns pacientes se beneficiam do uso de medicamentos que estimulam o fluxo de saliva, como a pilocarpina (Salagen®) ou cevimuline (Evoxac®). Como as cáries são muito comuns, deve-se escovar os dentes após qualquer refeição. Já existem no mercado pastas de dente voltadas para pacientes com boca seca. Uma visita ao dentista deve ser feita 2 vezes por ano. A hidroxicloroquina é um medicamento muito usado no lúpus e na artrite reumatoide, podendo ser útil em alguns pacientes com síndrome de Sjögren e dor articular, muscular e/ou lesões dermatológicas. Nos pacientes com doença sistêmica, acometendo vários órgãos, o uso de drogas imunossupressoras, como corticoides (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | efeitos colaterais), azatioprina, metotrexato, rituximab e ciclofosfamida pode ser necessário. 24 0 Esse texto foi útil? “SÍNDROME DE SJÖGREN”, 5 out of 5 based on 24 ratings. 1091 COMPARTILHAMENTOS FacebookTwitterGoogle ARTIGOS SELECIONADOS PARA VOCÊ: DOENÇA AUTOIMUNE | CAUSAS E SINTOMAS ARTRITE REUMATOIDE | SINTOMAS E TRATAMENTO 10 SINTOMAS DO LÚPUS OLHO SECO E FALTA DE LÁGRIMAS EXAME FAN (FATOR ANTINUCLEAR) LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO | SINTOMAS E TRATAMENTO O QUE É A PLASMAFERESE? ESPORÃO DE CALCÂNEO | DOR NO CALCANHAR About these ads  Avalie isto:  Relacionado SINDROME DE SJÖGREN Em "Não categorizado" Sindome de Sjogren Em "Não categorizado" Síndrome De Sjögren; Síndrome Sicca; Síndrome Seca Em "Não categorizado" 14 de outubro de 2014Leave a reply « Anterior Deixe um comentário O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados * Nome * E-mail * Site Comentário    Avise-me sobre novos comentários por email. Start here Sobre View Full Site Blog no WordPress.com. Now Available! Download WordPress for Android 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Maconha medicinal

Canábica Maconha pode ser o melhor tratamento para fibromialgia Publicado por Greice Gagaus  Os benefícios que a maconha traz à pacientes com fibromialgia já são bastante conhecidos pela classe médica, e cada vez mais usuários medicinais vem aderindo essa alternativa como forma de tratamento. Uma nova pesquisa da Fundação Nacional da Dor dos EUA sugere que a maconha medicinal pode estar no topo dos medicamentos atualmente disponíveis para o tratamento da fibromialgia. A pesquisa foi realizada on-line, com mais de 1.300 pacientes com o transtorno de dor crônica, para avaliar a eficácia dos inúmeros tratamentos adotados. A maconha medicinal foi comparada com as três únicas drogas aprovadas pela FDA para a fibromialgia: Savella, Lyrica e Cymbalta. Apenas 8% dos pacientes que tentaram Cymbalta, e 10% que tentaram Lyrica ou Savella, consideram essas drogas como sendo “muito eficaz” para gerenciar os sintomas do transtorno. Para cada um dos três medicamentos, mais de 60 % dos pacientes relataram “não ajudar em nada”. Por outro lado, 62% dos pacientes que tentaram maconha medicinal avaliaram ela como “muito eficaz”. Outros 33 % disseram que “ajuda um pouco”, e apenas 5% sentiram que o uso de maconha para a fibromialgia “não ajuda em nada”. “Eu não encontrei nada que tenha funcionado para mim, além da maconha”, explicou um paciente na pesquisa. “Nada além da maconha medicinal ajudou na dor”, escreveu outro . A fibromialgia é uma desordem do sistema nervoso central que afeta 2-4% da população, predominantemente mulheres. Mas, enquanto os cientistas ainda desvendam o enigma sobre a verdadeira causa da fibromialgia, as últimas descobertas não são exatamente uma surpresa. Em um estudo de 2011 realizado por pesquisadores espanhóis, os pacientes que usaram maconha mostraram melhorias na dor, rigidez, relaxamento e percepção de bem-estar. “O uso da maconha foi associada a efeitos benéficos para alguns sintomas da fibromialgia”, observou os autores. Da mesma forma, uma pesquisa em 2012 constatou que 1 em cada 8 canadenses que vivem com fibromialgia dependem da maconha para lidar com seus sintomas. “Acreditamos que há provavelmente um papel para essa classe de compostos, os canabinóides em geral”, explica o Dr. Mark Ware, professor de anestesia na Universidade McGill e co-autor do estudo canadense. “É apenas uma questão de trabalhar a forma como vai ser posto em prática”, acrescenta . Um estudo anterior do Dr. Ware e sua equipe revelaram que Nabilona, uma pílula que contém o ingrediente ativo da maconha, o THC , pode ajudar pessoas que sofrem de fibromialgia dormir melhor. Nabilona também demonstrou reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida em pacientes com a desordem. Ainda assim, alguns pacientes preferem a maconha in natura ao invés de versões sintéticas, que são conhecidas por terem efeitos colaterais mais potentes. “Eu tenho pacientes com uma variedade de síndromes de dor que falharam com todos os seus outros tratamentos, e a maconha tem sido a única opção razoável que eles têm para o controle de seus sintomas, ” diz o Dr. Ware. Muitas pessoas e até mesmo alguns usuários ainda não possuem a noção da importância que a maconha tem na medicina, em suas diversas vertentes para uma grande variedade de doenças e transtornos. Com as pesquisas e relatos de pacientes que se beneficiam com essa forma de tratamento, podemos ajudar e mostrar à outras pessoas que também necessitam, um outro meio de tratamento, muitas vezes bem mais eficaz, saudável e barato do que os convencionais derivados da indústria farmacêutica. 13 de Maio de 201410 Comentários « Anterior Seguinte »  Ver Site Completo Criado com WordPress 

sábado, 27 de setembro de 2014

 Home Clinica Serviço Certificado Congresso Contato  TERMOGRAFIA (InfraRed) A Imagem Infravermelha é um dos métodos mais modernos de diagnóstico da atualidade. É capaz de detectar inúmeras doenças, muitas vezes não detectadas por outros métodos, e de forma ainda mais precoce. É um exame totalmente não invasivo e sem nenhum contato físico. Além de não emitir nenhum tipo de radiação é totalmente indolor. Portanto, pode ser empregado em crianças e gestantes, sem nenhum tipo de risco. A Imagem Infravermelha é especialmente útil em pacientes com dor crônica que já sofreram outros tipos de exames ou múltiplos procedimentos dolorosos, e que, portanto mostram alguma resistência na realização de mais exames ou provas diagnósticas. A Imagem Infravermelha, também conhecida como TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA, pode ser repetida tantas vezes quanto necessário sem risco ou dor para o paciente. A Imagem Infravermelha de alta resolução é uma técnica de diagnóstico já realizada em diversos países da Europa, Ásia e América do Norte, permitindo a análise de variações mínimas na temperatura da pele. Lesão no nervo ulnar. A pele das pessoas com saúde possui uma SIMETRIA térmica indicativa de normalidade. Uma vez detectada qualquer ASSIMETRIA, isto indica uma alteração no organismo. Porém, a mão humana só é capaz de discriminar alterações de no máximo 2°C. No entanto a Imagem Infravermelha, ou Termografia, é capaz de avaliar até um décimo de grau centígrado e ainda mais, sem nenhum contato físico ou contraste. Normalmente, um aumento na temperatura indica uma maior circulação sanguínea local que pode ser devida a um processo de dor ou um processo inflamatório entre outras causas.  Com relação a aumentos de temperatura, estudos canadenses demonstraram que um aumento de temperatura em uma das mamas pode indicar a presença de um tumor, antes de o mesmo aparecer na mamografia. Por outro lado, a diminuição de temperatura também é importante na caracterização de doenças de má circulação sanguínea, lesões de nervos ou dores crônicas. A Imagem Infravermelha é um método que complementa ainda mais os achados anatômicos das atuais técnicas radiológicas (radiografia, ultra-sonografia, tomografia, ressonância magnética) porque avalia como o corpo está funcionando, independente se há uma alteração de estrutura ou tecido detectável por esses exames. É um exame básico na investigação de doenças, pois possibilita: • Um exame totalmente indolor; • Um diagnóstico realmente precoce; • O acompanhamento mais seguro das doenças crônicas; • A detecção de doenças em fases mais precoces como: tumores de mama, doenças da tireóide, sobrecargas músculo-esqueléticas, alterações neurológicas, entre outras; • A avaliação da recuperação do organismo aos diversos tipos de tratamentos (medicação, fisioterapia, cirurgias, acupuntura, eletro-estimulação); • Que o paciente seja poupado de exames invasivos desnecessários e desagradáveis; • Economia de muito tempo do médico na avaliação do seu paciente; • Diminuição nos custos do tratamento do paciente, especialmente na diferenciação entre doença articular, neurológica, miofascial e circulatória em apenas um exame; • Evidências de lesão permanente através da documentação por imagem da resposta aos tratamentos: favorável, desfavorável ou sem mudança apreciável.  COMO É REALIZADO Com realizar o exame na sala de exames, a região de interesse (membros superiores, membros inferiores, tronco, cabeça, face ou o corpo todo) é exposta a uma temperatura ambiente agradável (22°C), por um período de 15 minutos. Dessa maneira a superfície da pele vai equilibrando o seu calor com o meio ambiente, passivamente, até se estabilizar. Essa estabilização térmica cria na superfície da pele áreas de diferentes temperaturas. Uma câmera especial é então direcionada para o paciente para realizar a filmagem. Os filmes e imagens que são geradas são então avaliadas por um médico especializado. Cada área da pele se comunica com um determinado órgão, articulação ou músculo através do sistema nervoso. Se houver qualquer alteração destas estruturas, isto vai aparecer como áreas de temperaturas anormais para a região, como você pode ver nessa imagem ao lado: Desta maneira é possível ver a função de cada órgão, articulação ou músculo partindo da regulação da temperatura. Em muitas ocasiões podem ser detectadas anomalias do funcionamento destes orgãos ou estruturas anos antes de aparecerem os primeiros sintomas (tumores de mama, sobrecarga músculo-esquelética e assim por diante). COMO SE PREPARAR PARA O EXAME Para se submeter a um exame de TERMOGRAFIA, você tem que se seguir as seguintes orientações: Venha tranqüilo e relaxado. Se você tiver ido a uma sessão de hidroterapia, massagem, fisioterapia, ou tiver tomado banho quente, ou ainda tiver feito exercícios físicos ou acupuntura espere pelo menos 3 horas antes de fazer o exame; 24 horas antes da termografia só tome os medicamentos estritamente necessários e recomendados por indicação médica. Não tome medicamentos que possam ser suspensos temporariamente (calmantes, analgésicos, antiinflamatórios, medicação para tireóide...). Se você estiver sob ação de medicamentos, consulte seu médico ou informe nossa equipe antes de realizar o exame; Imagem infravermelha de corpo inteiro No dia do exame não beba café, chá, bebidas alcoólicas, não faça refeições muito calóricas (gordurosas, doces), não fume e nem lave as mãos com água muito fria ou quente. Não use nenhum tipo de cosmético, desodorante, filtro solar, hidratante, creme na pele na região próxima a que vai ser examinada. Use uma roupa confortável e cômoda, não apertada; evite tecidos artificiais. Não vá com roupas que possam apertar as regiões que vão ser avaliadas (sutiãs, cintas, relógios, anéis, correntes). Se possível, traga seu histórico médico e outros exames que já tenha feito. Não venha suado. É conveniente que relaxe aproximadamente 20 minutos, sentado na sala de espera. Não cruze e nem apóie as mãos e as pernas. Se você não puder cumprir alguma das orientações acima, isso deve ser comunicado à equipe antes do exame.  

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Vasculite

Reumatologia Vasculite ​​​​.
​Vasculite As vasculites são doenças causadas por inflamação dos vasos sanguíneos do organismo. Nestas doenças, a parede dos vasos sanguíneos é invadida por células do sistema imunológico, o que pode provocar estenose (estreitamento), oclusão (fechamento), formação de aneurismas e/ou hemorragias. Podemos classificar as vasculites em primárias e secundárias. As vasculites primárias são doenças raras, de causa pouco conhecida, que ocorrem quando o vaso sanguíneo é o alvo principal da doença. A classificação das vasculites primárias baseia-se no tamanho do vaso acometido (pequenos, médios e grandes vasos). Já as vasculites secundárias são aquelas em que se observa o acometimento dos vasos devido a alguma doença autoimune, infecções, neoplasias, exposição a drogas, dentre outras. As diferentes vasculites apresentam características próprias e devem ser diagnosticadas corretamente para que o melhor tratamento seja utilizado. Em geral, há suspeita da doença em pacientes que apresentam febre sem causa comprovada, cansaço, dor articular e quadro vascular trombótico (como acidente vascular cerebral, infarto e/ou angina, sem fatores de risco para aterosclerose). Pode ocorrer acometimento de múltiplos órgãos e sistemas como rins, articulações, sistema nervoso central e vias respiratórias. Principais vasculites Doença de Behcet – Pode afetar vasos de qualquer tamanho. Caracteriza-se por úlceras na boca e nos genitais e por acometimento visual. Pacientes com este tipo de vasculite, geralmente, são jovens entre 20 e 30 anos. Doença de Buerger – Também conhecida com tromboangeite obliterante. Afeta vasos das mãos e pés e é relacionada com o hábito de fumar. Vasculite do sistema nervoso central – Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, tontura, confusão, alteração de personalidade, podendo, inclusive, levar a acidente vascular cerebral (AVC). Síndrome de Churg Strauss – É uma vasculite que envolve inflamação de pequenos e médios vasos. Caracteriza-se por asma e predomínio de eosinófilos (células brancas do sangue). Pode acometer seios de face, pulmões, coração e outros órgãos. Crioglobulinemia – O paciente costuma apresentar vermelhidão (rash) nas pernas e dor articular. A crioglobulinemia tipo 1 pode estar associada a linfomas, enquanto a crioglobulinemia tipo 2 frequentemente se associa a hepatite por vírus C. Arterite de células gigantes ou arterite temporal – Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, alteração visual, febre, dor no ombro e mandíbula. Acomete, em geral, pacientes acima dos 50 anos. Púrpura de Henoch-Shönlein – Afeta a pele, os rins, as articulações e o estômago. Pode ocorrer em qualquer idade, mas é comum em crianças, frequentemente, associada a infecções no sistema respiratório. Vasculite de hipersensibilidade – É descrita como vasculite por reação ao uso de drogas (medicamentos). Apresenta lesões na pele na forma de pontos vermelhos e a biópsia de pele acometida revela uma vasculite leucocitoclástica. Doença de Kawasaki – Vasculite rara. Em geral, acomete crianças abaixo de cinco anos. Os sintomas são: febre, olhos e lábios vermelhos, vermelhidão nas pernas (rash), edema de mãos e pés e aparecimento de gânglios. Pode comprometer os vasos do coração. Poliangeite microscópica – Afeta principalmente os rins, a pele e os nervos, podendo alterar a sensibilidade. Poliarterite nodosa – Comum em pessoas entre os 30 e 40 anos, pode afetar a pele, os rins e os nervos. Em alguns casos, pode estar associada ao vírus da hepatite B. Polimialgia reumática – Provoca fraqueza dos músculos dos ombros e quadris, estando associada à vasculite de células gigantes. Arterite de Takayasu – Afeta a aorta (a maior artéria do corpo) e os ramos de artérias que levam sangue para os órgãos. A doença é mais frequente em mulheres jovens, asiáticas, com menos de 40 anos, mas tem sido descrita cada vez mais em outras populações. Vasculite granulomatosa de Wegener – É muito comum que seu início seja com sintomas no trato respiratório superior, como nariz, seios da face e garganta. Os pulmões e rins também podem ser afetados. Ocorre predominantemente em adultos jovens. Dra. Patrícia Barinotti – CRM (SP): 65.498. ​ Acesse Resultado de Exames Portal do Paciente Portal do Médico Portal de Educação Unidades Bela Vista – Hospital e Pronto Atendimento Bela Vista – Centro de Diagnósticos Centro de Oncologia de Brasília do Sírio-Libanês Sírio-Libanês Unidade Itaim Sírio-Libanês Unidade Jardins Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa Instituto de Responsabilidade Social Siga-nos Facebook LinkedIn Google Plus Política de Privacidade © 2014 Hospital Sírio Libanês. Todos os direitos reservados.

Fibromialgia

 HOME O QUE É A DOR A CTD ESPECIALIDADES TERMOGRAFIA DICAS DE SAÚDE NOTÍCIAS AGENDAMENTO CONTATO Notícias Fibromialgia: diagnóstico e as causas da doença  O diagnóstico mudou O Colégio Americano de Reumatologia redefiniu, há três anos, os critérios que enquadram um paciente como portador da fibromialgia - problema crônico que espalha dores pelo corpo inteiro e atinge entre 2 e 3% da população brasileira. Até pouco tempo atrás, o médico tinha de apalpar 18 pontos dolorosos do corpo para detectar a síndrome. Isso caiu por terra. Hoje são levados em conta os seguintes fatores: · Dor difusa em cinco a sete partes do corpo por mais de três meses · Cansaço crônico · Problemas de memória e concentração · Insônia e sono não reparador · Diarreia ou prisão de ventre frequentes · Vontade constante de urinar · Suor em excesso · Sensibilidade ao frio As possíveis causas do problema Veja as condições fisiológicas, psicológicas e ambientais que podem culminar na síndrome. Estresse e traumas Términos de relacionamentos, perdas, baques profissionais, problemas em casa, traumas na infância e acidentes de carro que afetam a região do pescoço servem de gatilho para o distúrbio ou para o seu agravamento. Fonte: Abril Sensibilização central Pessoas com fibromialgia têm uma alteração neuroquímica no sistema nervoso central, que aumenta a percepção da dor. Possuem menos substâncias que inibem essa sensação e mais moléculas encarregadas de amplificá-la. Distúrbios psíquicos Depressão e ansiedade são comuns em portadores da síndrome e podem tanto desencadeá-la quanto ser uma consequência da dor crônica e da fadiga. Menos fibras nervosas Segundo um estudo dos reumatologistas Xavier Caro, do Centro Médico e Hospital Northridge, e Earl Winter, da Universidade North Central, ambos nos Estados Unidos, portadores da condição apresentam uma menor densidade de fibras nervosas na epiderme, o que ajudaria a explicar as dores constantes e que surgem após um leve toque na pele. Agentes infecciosos O transtorno pode dar as caras após infecções bacterianas e virais. Além disso, seus portadores ficam mais sensíveis ao frio, à umidade, ao excesso de esforço e a oscilações hormonais. Outras Novidades: 26/09/2014 | Fibromialgia: diagnóstico e as causas da doença 29/08/2014 | Cigarro X Coluna 21/08/2014 | Vinho e dor de cabeça: saiba por que a bebida pode ser responsável pelo problema 21/07/2014 | Pensar positivo por 5 minutos alivia até 60% da dor 16/07/2014 | Fibromialgia: exercício físico no inverno pode aliviar dores 26/06/2014 | Realidade virtual é usada para aliviar dores 18/06/2014 | Exercício físico é parte do tratamento da fibromialgia e pode aliviar dores 09/06/2014 | 9 relaxantes musculares naturais 04/06/2014 | Especialista esclarece dúvidas sobre Fibromialgia 12/05/2014 | Fibromialgia traz sofrimento psicoemocional, mas tem tratamento Termo de Uso e Política de Privacidade   Caminho das Árvores Av. Tancredo Neves, 1632 - Edf. Salvador Trade Center, Torre Norte - salas 1516 e 1517 Caminho das Árvores (71) 3113.1050 (71) 3113.4780 (71) 3113.4782 Ondina Rua Macapá, 227 - Ondina (71) 3032.0050 (71) 3221.0062 (71) 3221.0055 (71) 3221.0056

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Laboratório Teuto anuncia recall de 150 mil unidades de cinco medicamentos Entre as falhas de fabricação, a empresa identificou que o antidepressivo Amitriptilina foi embalado como se fosse o Metformina, usado para controle da diabete 15.09.2014 | 19:59 inShare  O Estado de S. Paulo O laboratório Teuto vai recolher do mercado 150 mil unidades de cinco medicamentos por falhas de fabricação. No rol de problemas, por exemplo, o antidepressivo Amitriptilina 25 mg foi embalado como se fosse o Metformina 850 mg, usado para controle da diabete. Já o Paracetamol 500 mg pode ter dentro da cartela um objeto metálico semelhante a um parafuso. Os medicamentos envolvidos no recall são: Cetoconazol, Amitriptilina, Paracetamol, Nistatina e Atrovastatina Cálcica. Leia os detalhes abaixo: Cetoconazol 200mg De acordo com a empresa, o recall abrange 105.314 unidades dos produtos colocados no mercado de consumo, com numeração de lote 1048105 e fabricação em 25/06/2013. Riscos: A Teuto informou que o lote Cetoconazol 200mg 30 comprimidos, usado para tratamento de micose, pode ter em seu lugar o medicamento Atenolol 100mg. Assim, o uso do produto pode "provocar o comprometimento do tratamento de infecções micóticas do paciente devido à substituição do Cetoconazol, e causar diminuição da pressão arterial, que é o efeito esperado do Atenolol". Amitriptilina HCL 25mg A Teuto informou que o recall da Amitriptilina HCL 25mg, fabricada entre 14/2/14 e 15/2/14, abrande 10.271 produtos colocados no mercado de consumo, com numeração de lote 8910019. Riscos: A empresa Teuto disse que o medicamento antidepressivo Amitriptilina HCL 25mg veio dentro da embalagem do Metformina 850mg, utilizado para tratar diabetes. Assim, o produto pode influenciar no "controle da glicemia no paciente diabético devido ausência de Metformina, ao passo em que poderia provocar sedação leve, que é o efeito esperado da Amitriptilina". Paracetamol 500mg O recall do Paracetamol 500mg abrange 15.141 medicamentos fabricados entre 11 e 12/12/2013, com numeração de lote 1998101. Riscos: A Teuto destacou que "foi constatada a possibilidade de ser encontrada a presença de um objeto metálico, semelhante um parafuso, dentro de um alvéolo de um blíster (cartela) inviolado do lote 1998101 do paracetamol 500mg". Nistatina 25.000UI/G creme Vaginal A Teuto informou que 13.993 unidades do creme vaginal Nistatina 25.000UI/G, fabricados entre 14/2/14 e 15/2/14, com numeração de lote 8910019, precisam ser devolvidos. Riscos: A empresa destacou , no lote 8910019 da Nistatina pode ter ocorrido a embalagem do lote 33900205 do produto Sulfato de Neomicina + Bactracina Zínica pomada. Assim, "o uso do produto equivocadamente poderia provocar o comprometimento do tratamento de candidíase vaginal do paciente, devido a substituição da Nistatina". Atrovastatina Caustica 10 mg O recall Atrovastatina Cálcica 10 mg com 60 comprimidos revestidos, fabricados entre 17 e 21/1/2014, abrange 4.822 produtos inseridos no mercado de consumo, com numeração de lote 6909006. Riscos: A Teuto destacou que "a unidade do lote 5909006 de Atorvastatina cálcica 10 mg estava embalada em cartonagem de Atorvastatina da concentração de 20 mg", e que "caso o consumidor não perceba o desvio, pode fazer uso do produto com dosagem inferior a prescrita pelo médico. Como implicação, o uso da unidade com desvio poderia comprometer o tratamento de controle de colesterol".  Ir para o topo Destaques Análises Futebol Link Últimas Política Economia Trailers Esportes Trânsito Internacional Loterias #EstadaoMetroSP PME Horóscopo Opinião Aplicativos Colunistas Blogs Ir para a versão webESTADÃO

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

 Cientistas descobrem como “desligar” doenças auto-imunes Data: 03 de setembro de 2014 Fonte: University of Bristol Resumo: Os cientistas fizeram uma descoberta importante na luta contra as doenças auto-imunes debilitantes como a esclerose múltipla, revelando como parar de células que atacam o tecido do corpo saudável. Ao invés de o sistema imunológico do corpo destruindo seu próprio tecido, por engano, os pesquisadores descobriram como as células converter de ser agressivo para realmente proteger contra a doença. Células agressor, que têm o potencial de causar a auto-imunidade, são alvo de tratamento, fazendo com que a conversão destas células com as células protetoras. A expressão dos genes muda gradualmente em cada fase de tratamento, tal como ilustrado pelas mudanças de cor nesta série de mapas de calor. Crédito: Universidade de Bristol / Dr. Bronwen Burton [Clique para ampliar a imagem] Os cientistas fizeram uma descoberta importante na luta contra as doenças auto-imunes debilitantes como a esclerose múltipla, revelando como parar de células que atacam o tecido do corpo saudável. Ao invés de o sistema imunológico do corpo destruindo seu próprio tecido por engano, pesquisadores da Universidade de Bristol descobriram como as células converter de ser agressivo para realmente proteger contra a doença. O estudo, financiado pelo Wellcome Trust, está publicado na Nature Communications . Espera-se esta última visão conduzirá à utilização generalizada de imunoterapia específica de antigénio para o tratamento de muitas doenças autoimunes, incluindo a esclerose múltipla (MS), diabetes do tipo 1, doença de Graves, e lúpus eritematoso sistémico (LES). MS só afeta cerca de 100.000 pessoas no Reino Unido e 2,5 milhões de pessoas no mundo. Os cientistas foram capazes de alvejar seletivamente as células que causam a doença auto-imune por atenuando sua agressão contra os próprios tecidos do corpo, enquanto convertendo-as em células capazes de proteger contra a doença. Este tipo de conversão tem sido previamente aplicada a alergias, conhecidos como “dessensibilização alérgica”, mas a sua aplicação a doenças auto-imunes, tem sido observada apenas recentemente. O grupo Bristol revelou agora como a administração de fragmentos de proteínas que normalmente são o alvo para o ataque leva a correção da resposta auto-imune. Mais importante ainda, o seu trabalho mostra que o tratamento eficaz é conseguida através do aumento gradual da dose de fragmento antigénico injectado. A fim de descobrir como esse tipo de obras de imunoterapia, os cientistas mergulharam no interior das células do sistema imunológico se para ver quais genes e proteínas foram ativadas ou desativadas pelo tratamento. Eles encontraram alterações na expressão gênica que ajudam a explicar como eficaz tratamento leva à conversão do agressor em células protetoras. O resultado é o de restabelecer a auto-tolerância pelo qual o sistema imunitário de um indivíduo ignora os seus próprios tecidos, permanecendo totalmente armado para proteger contra a infecção. Ao visar especificamente as células em falta, esta abordagem imunoterapêutica evita a necessidade de os medicamentos imunossupressores associados com efeitos secundários inaceitáveis ​​tais como infecções, desenvolvimento de tumores e perturbações de mecanismos reguladores naturais. Professor David Wraith, que liderou a pesquisa, disse: “A compreensão das bases moleculares da imunoterapia antígeno-específica abre novas e excitantes oportunidades para aumentar a seletividade da abordagem ao fornecer marcadores preciosos para medir tratamento eficaz Estas conclusões têm implicações importantes. para os muitos pacientes que sofrem de doenças auto-imunes que estão difíceis de tratar “. Esta abordagem de tratamento, o que pode melhorar a vida de milhões de pessoas em todo o mundo, está atualmente em fase de desenvolvimento clínico através de empresa de biotecnologia apitopo, um spin-out da Universidade de Bristol. Fonte da história: A história acima é baseada em materiais fornecidos pela Universidade de Bristol .Nota: Os materiais pode ser editado para conteúdo e duração. Jornal de referência : Bronwen R. Burton, Graham J. Britton, Hai Fang, Johan Verhagen, Ben Smithers, Catherine A. Sabatos-Peyton, Laura J. Carney, Julian Gough, Stephan Strobel, David C. Wraith. mudanças transcrição seqüenciais ditar antígeno seguro e eficaz imunoterapia -específico . Nature Communications , 2014; 5: 4741 DOI:10.1038 / ncomms5741 Citar este artigo : MLA APA Chicago Universidade de Bristol. “Cientistas descobrem como” desligar “doenças auto-imunes.” ScienceDaily. ScienceDaily, 03 de setembro de 2014 . About these ads Avalie isto: Rate This Google+ JOSÉ MARCOS RODRIGUES DOS SANTOS Relacionado CÉLULAS RARAS REGULA AS RESPOSTAS IMUNE = PODE OFERECER NOVO TRATAMENTO PARA DOENÇAS AUTOIMUNES (trad.Google) Em "Não categorizado" Vitamin D crucial to activating immune defenses Em "Não categorizado" Descoberto importante mecanismo de controle de Doenças Auto-imunes Em "Não categorizado" 4 de setembro de 2014Leave a reply « Anterior Deixe um comentário O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados * Nome * E-mail * Site Comentário Avise-me sobre comentários seguintes por email. Start here Sobre View Full Site Now Available! 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domingo, 17 de agosto de 2014

Dor neuropática 16/07/2006

Posted by Esclerose Múltipla in Espaço médicoO que significa?
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“Todo mundo é capaz de suportar uma dor,
com exceção de quem a sente.”
William Shakespeare
Antes de definir dor neuropática é essencial que compreendamos o significado da palavra dor. Você com certeza já experimentou essa sensação algumas vezes ao longo de sua vida. Apesar disso, você saberia defini-la ou descrevê-la com palavras? São tantas e diversas as sensações que entendemos como dor; o que então todas elas têm em comum? (1)
A dor é uma sensação complexa caracterizada por uma experiência sensorial e emocional, sempre desagradável. Ela é, portanto, subjetiva, cabendo a cada indivíduo utilizar esta palavra de acordo com suas próprias experiências. (1)
A chamada “dor neuropática” por sua vez, foi definida pela Associação Internacional de Estudos da Dor como: “dor iniciada ou causada por uma lesão ou disfunção que compromete primariamente componentes do sistema nervoso” (cérebro, medula espinhal, raízes e nervos). Dependendo de onde se localiza a lesão, a dor pode ser classificada em central ou periférica. (1)
Como se manifesta? – Como qualquer outro tipo de dor, ela pode ser classificada em aguda ou crônica (superior a três meses), dependendo da sua duração. Infelizmente, a grande maioria das dores neuropáticas são crônicas. Ela pode ser espontânea, quando ocorre na ausência de estímulos externos, ou evocada por estímulo, também chamada de estímulo dependente. (1)
Vários sinais e sintomas são característicos de dor neuropática. Estudos recentes mostram que pacientes com dor neuropática descrevem suas sensações usando principalmente seis palavras: dor em choque elétrico, em queimação, dor fria, como coceira, um formigamento ou uma picada. É importante que médico e paciente consigam caracterizar bem o tipo de dor, pois este fato pode ter grandes implicações em seu tratamento. Apesar de não ser de intensidade extrema, ela causa importante incômodo e incapacidade ao paciente por suas características crônicas. (1)
Quais são os sintomas? (2)
Os sintomas da dor neuropática são frequentemente descritos como punhalada, queimadura ou choques eléctricos. Estes sintomas agravam-se, muitas vezes, durante a noite.
Outros sintomas comuns da dor neuropática são:
Alodínia – sensação dolorosa causada por estímulos que habitualmente não causam dor, como um leve toque;
Hiperestesias – respostas exageradas aos estímulos tácteis, como aos lençóis de cama;
Hiperalgesia – sensibilidade exagerada a estímulos dolorosos;
Hiperpatia – persistência da dor mesmo após a remoção do estímulo dolorosos;
Parestesias e disestesias – sensações anormais e desagradáveis descritas como formigamento, dormência, picadas.
Quão frequente é a Dor Neuropática? (2)
Estima-se entre 1,5 % e 7,7% as pessoas afetadas por dor neuropática, respectivamente, nos Estados Unidos da América (EUA) e na Europa. No entanto, é uma síndrome que, muitas vezes, é sub-diagnosticada e sub-tratada.
Nos países europeus a dor neuropática tem uma prevalência estimada em:
3 milhões de pessoas ou 7,5% no Reino Unido;
2,5 milhões de pessoas ou 6,4% em França;
3,5 milhões de pessoas ou 6% na Alemanha;
2,1 milhões de pessoas ou 7,7% em Espanha.
Que impacto tem a Dor Neuropática nos doentes? (2)
A dor neuropática tem impacto significativo, no funcionamento diário e na qualidade de vida das pessoas afetadas. Em muitos doentes a dor interfere, de forma relevante, no sono e associa-se a falta de energia e dificuldades de concentração.
Devido à dor, que é de natureza crônica, alguns doentes não conseguem trabalhar, andar, ou mesmo tolerar as roupas em contacto com o corpo, pois o simples contacto com estas pode desencadear dores insuportáveis, muitas vezes descritas como sensação de queimadura ou lancinantes.
As lesões nervosas dolorosas constituem um fardo econômico importante para os doentes que procuram cuidados para o alívio da dor. Por outro lado, estes doentes sofrem habitualmente de outras doenças, o que os torna maiores consumidores de cuidados de saúde.
A depressão, ansiedade, doença cardíaca e diabetes são perturbações frequentes nestes doentes. Estima-se que, nos doentes com dor neuropática, os custos totais com a saúde sejam cerca de três vezes superiores aos da população em geral. (2)
Principais causas de dor neuropática: (3)
Lesões traumáticas de:
  • nervos periféricos
  • nervos cranianos
  • raízes dorsais
  • medula espinal
  • certas regiões do encéfalo (vias sensitivas, núcleos sensitivos, tálamo, córtex sensitivo)
Neuropatias periféricas dolorosas:
Localizadas:
  • síndromes compressivas (entrapment e neoplasias)
  • dor complexa regional (distrofia simpaticorreflexa, causalgia)
  • membro fantasma e dor de coto de amputação
  • neuralgia pós-herpética
  • mononeuropatia diabética
  • neuropatia isquêmica
  • poliarterite nodosa
  • pós-radioterapia
Difusas (polineuropatias e mononeurites múltiplas):
  • diabética
  • alcoólica
  • amiloidose
  • AIDS
  • hipotireoidismo
  • neuropatias sensitivas hereditárias
  • doença de Fabry
  • deficiência de vitamina do complexo B
  • neuropatias tóxicas
  • auto-imunes
  • vasculites
  • paraneoplásica
Doenças medulares:
  • esclerose múltipla
  • lesões isquêmicas
  • mielopatias infecciosas degenerativas
  • siringomielia
  • compressões (tumores, degeneração discal)
Doenças encefálicas:
  • siringobulbia
  • acidente vascular encefálico
  • esclerose múltipla
  • doença de Parkinson
Fontes:http://esclerosemultipla.wordpress.com/2006/07/16/dor-neuropatica/
  1. Revista Hands nº 15 – abril / maio 2003 (Associação Brasileira do Câncer)
  2. ABC da Saúde – SAPO.pt
  3. Galvão, Antônio César Ribeiro. Dor Neuropática: tratamento com anticonvulsivantes. São Paulo: Segmento Farma, 2005

domingo, 3 de agosto de 2014

Sintomas associados a Fibromialgia

Sintomas associados à Fibromialgia De acordo com Milton Hammerly, médico de família e diretor do Centro de Medicina Integrativa do Catholic Health Initiatives, com sede em Denver, EUA, é melhor pensar em Fibromialgia como um rótulo utilizado para descrever uma síndrome, isto é, um grupo de sinais e sintomas. Os principais são: · Dor muscular crônica generalizada e difusa; · Pontos sensíveis específicos de dor. Mas estes não são os únicos. Há uma extensa lista de sintomas que pode variar de pessoa para pessoa, tanto no tipo como na severidade. A forma de sentir a dor também pode alterar. Há pacientes que relatam pontadas, queimações, fisgadas, outras dizem que arde, lateja, sentem como apunhaladas, cólicas ou até mesmo têm a impressão de que seus músculos estão sendo rasgados. O local da dor também se modifica. “A dor anda pelo meu corpo” explicou uma paciente. E realmente, dependendo do horário do dia, da atividade que está sendo realizada, da qualidade do sono, do estresse e até mesmo da condição climática, a dor muda de local, intensidade e forma. A dor é sentida nos músculos, em volta das articulações, mas também afeta o lado emocional, pois a dor é também incapacitante, limitante, gera preconceito. O remédio para o preconceito? Informação! Portanto, divulguem! Compartilhem! Mostrem a todos o quão dolorosa é a Fibromialgia, não só para o corpo, mas para a mente e para o coração.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Exame antiCCP

Plugbr Para que serve o exame anti CCP anticorpos antipeptídeo citrulinado, resultado alterado em diagnóstico de artrite reumatóide Posted: 30 Jun 2014 02:46 PM PDT O exame laboratorial de anticorpos antipeptídeo citrulinado cíclico ou Cyclic Citrullinated Peptide, anti CCP, um exame laboratorial que serve para diagnóstico precoce da Artrite Reumatóide por ser um teste mais específico para este fim. A realização do fator reumatóide juntamente com o anti CCP torna o diagnóstico de AR muito mais sensível e específico. Veja também o valor normal e alterado para este teste. Na artrite reumatoide, o sistema imunológico, que é responsável por proteger o nosso organismo contra os vírus e bactérias, também ataca os tecidos do próprio corpo mais especificamente a membrana sinovial, uma película fina que reveste as articulações, causando inflamação neste local e consequente dor, inchaço e vermelhidão, principalmente nas mãos e nos pés. O exame anti CCP vem sendo pedido pelos médicos com frequência com a função de proporcionar um diagnóstico precoce da doença artrite reumatóide, é o anticorpo mais específico da AR. Usado por muito tempo como marcador de artrite reumatóide o FR Fator Reumatóide tem uma especificidade muito baixa (59 a 65%), devido se apresentar positivo no teste quando existe outras doenças reumáticas auto-imunes no organismo deste paciente, doenças infecciosas, neoplásicas e até pode dar positivo em pessoas sadias. Alem disso, este FR é detectado em apenas 33% em pessoas que estão com a doença no início, perdendo muitos casos que são positivos. Com a chegada do exame anticorpos anti CCP facilitou distinguir os pacientes com AR. A sua sensibilidade é comparável ao FR, mas com melhor especificidade de 96%. Estudos indicam que 70% dos pacientes com AR são positivos para anti CCP. E em pacientes europeus e norte-americanos evidenciou sensibilidade de 78% e especificidade de 96% para os anticorpos anti-CCP contra sensibilidade de 74% e especificidade de 65% para o FR IgM. O material que será coletado para realizar o exame anti CCP será o sangue, não sendo necessário jejum, mas não deve ser coletado depois das refeições, para evitar que o sangue se apresente “gorduroso” e a condição da amostra interfira no resultado do teste. Os valores normais e alterados observados no resultado do teste anti CCP realizado pelo método de Fluorimetria, será negativo quando for Inferior a 7 U/mL, e em casos Indeterminado: Entre 7 até 10 U/mL, e aqueles positivos devem apresentar: Superior a 10 U/mL. Sendo que um resultado positivo indica presença de anticorpos IgG Anti-CCP e sugere a possibilidade de Artrite Reumatóide. O preço do exame varia de uma região para outra, mas geralmente está por volta de R$ 50,00 a 100,00. A associação dos dois testes , FR + Anti CCP aumenta a sensibilidade e a especificidade no diagnóstico da doença artrite reumatóide. Para que serve o exame anti CCP anticorpos antipeptídeo citrulinado, resultado alterado em diagnóstico de artrite reumatóide é um texto do site Plugbr.net. Caso queira usar o material, por favor, inserir os créditos. Obrigado por assinar nosso feed! You are subscribed to email updates from Plugbr.net To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. Email delivery powered by Google Google Inc., 20 West Kinzie, Chicago IL USA 60610

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Tratamento inovador permite alívio duradouro da dor neuropática Tratamento inovador permite alívio duradouro da dor neuropática Livia Lima Já está disponível, em Portugal, uma solução terapêutica inovadora para o tratamento da Dor Neuropática Periférica (DNP), um tipo de dor crónica que afecta cerca de 8% da população. Trata-se de um adesivo, à base de capsaícina (principio activo da malagueta) que demonstrou reduzir significativamente a dor neuropática, numa única aplicação (de 30 ou 60 minutos, consoante o local da área a tratar) durante um período de, pelo menos, três meses. Actualmente,160 pacientes do país já estão a beneficiar da terapêutica (Hospital Amadora-Sintra, Hospital Privado do Porto, Hospital Curry Cabral, Hospital Garcia de Orta, Hospital de São João, Hospitais da Universidade de Coimbra, Hospital de Pombal, entre outros). "A dor neuropática tem como tratamento de 1ª linha, antidepressivos e antiepilépticos a que se associam os analgésicos. Contudo, estes medicamentos pelos seus efeitos secundários nem sempre podem ser utilizados com segurança particularmente nos idosos. Esta terapêutica representa, por isso, um grande avanço, não só pela sua eficácia mas também porque é praticamente isento de efeitos secundários indesejáveis" explica Dra. Georgina Coucelo, Coordenadora da Unidade de Dor do Hospital Prof. Dr. Fernando da Fonseca. A DNP é uma dor crónica, muitas vezes descrita como uma sensação de picada, facada ou queimadura. Ao contrário da dor aguda, que habitualmente é uma resposta normal do nosso corpo a avisar que há um estimulo doloroso, e que desaparece após cura da lesão, a dor crónica não tem qualquer função protectora e continua após a cura da lesão. A zona dolorosa fica extremamente sensível, reagindo com dor ao toque, ao movimento ou à temperatura, de forma mais ou menos contínua e/ou persistente. Por vezes torna-se intolerável para o doente o contacto com o tecido da roupa, pois pode provocar dores insuportáveis. Como resultado, o doente vê-se incapacitado de dormir ou de desenvolver as actividades do dia-a-dia. Este quadro acarreta também consequências psicológicas, sobretudo uma grande incapacidade para trabalhar, a necessidade de alterar a rotina social e muita dificuldade em manter relações pessoais/sexuais. Actualmente, estima-se que os custos totais com DNP sejam cerca de três vezes superiores aos da população em geral, e que grande parte deles decorra de custos indirectos (baixas, absentismo, etc). Criada em 2005 no Japão, na sequência da fusão entre a Yamanouchi Pharmaceutical Co. e a Fujisawa Pharmaceutical Co, a Astellas Pharma é uma das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo. Com uma facturação de cerca de 9,7 mil milhões de dólares, em 2008, a empresa conta com cerca de 14 mil colaboradores em delegações espalhadas pela Europa, América do Norte, Ásia e Japão, país onde foi fundada. Com um trabalho orientado para o doente, a Astellas Pharma está empenhada no desenvolvimento de medicamentos inovadores de primeira linha em áreas terapêuticas chave, como a dermatologia, urologia, transplantação, infecciologia e dor. Fonte: Grupo Inforpress Imprimir » Enviar a um amigo » Comentar » Animais de Companhia: Pulgas à distância » As recorrências do amianto » O elementar sobre a lavagem das mãos » Fobia Social: Mais do que timidez » Glúten: Tolerar a intolerância » Hepatite: Fígado sofre! » Dormir mal pode ser perigoso » Palavra Autor Temas Nota: Os Médicos têm que fazer login para pesquisar informação restrita. Pesquisa avançada More Sharing ServicesShare| Share on facebookShare on twitterShare on myspaceShare on deliciousShare on googleShare on email Quem somos | Missão e Valores | Serviços | Parceiros | Termos e Condições © 2005 - 2014 Médicos de Portugal. Todos os direitos reservados | Criado por

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