terça-feira, 1 de julho de 2014

Exame antiCCP

Plugbr Para que serve o exame anti CCP anticorpos antipeptídeo citrulinado, resultado alterado em diagnóstico de artrite reumatóide Posted: 30 Jun 2014 02:46 PM PDT O exame laboratorial de anticorpos antipeptídeo citrulinado cíclico ou Cyclic Citrullinated Peptide, anti CCP, um exame laboratorial que serve para diagnóstico precoce da Artrite Reumatóide por ser um teste mais específico para este fim. A realização do fator reumatóide juntamente com o anti CCP torna o diagnóstico de AR muito mais sensível e específico. Veja também o valor normal e alterado para este teste. Na artrite reumatoide, o sistema imunológico, que é responsável por proteger o nosso organismo contra os vírus e bactérias, também ataca os tecidos do próprio corpo mais especificamente a membrana sinovial, uma película fina que reveste as articulações, causando inflamação neste local e consequente dor, inchaço e vermelhidão, principalmente nas mãos e nos pés. O exame anti CCP vem sendo pedido pelos médicos com frequência com a função de proporcionar um diagnóstico precoce da doença artrite reumatóide, é o anticorpo mais específico da AR. Usado por muito tempo como marcador de artrite reumatóide o FR Fator Reumatóide tem uma especificidade muito baixa (59 a 65%), devido se apresentar positivo no teste quando existe outras doenças reumáticas auto-imunes no organismo deste paciente, doenças infecciosas, neoplásicas e até pode dar positivo em pessoas sadias. Alem disso, este FR é detectado em apenas 33% em pessoas que estão com a doença no início, perdendo muitos casos que são positivos. Com a chegada do exame anticorpos anti CCP facilitou distinguir os pacientes com AR. A sua sensibilidade é comparável ao FR, mas com melhor especificidade de 96%. Estudos indicam que 70% dos pacientes com AR são positivos para anti CCP. E em pacientes europeus e norte-americanos evidenciou sensibilidade de 78% e especificidade de 96% para os anticorpos anti-CCP contra sensibilidade de 74% e especificidade de 65% para o FR IgM. O material que será coletado para realizar o exame anti CCP será o sangue, não sendo necessário jejum, mas não deve ser coletado depois das refeições, para evitar que o sangue se apresente “gorduroso” e a condição da amostra interfira no resultado do teste. Os valores normais e alterados observados no resultado do teste anti CCP realizado pelo método de Fluorimetria, será negativo quando for Inferior a 7 U/mL, e em casos Indeterminado: Entre 7 até 10 U/mL, e aqueles positivos devem apresentar: Superior a 10 U/mL. Sendo que um resultado positivo indica presença de anticorpos IgG Anti-CCP e sugere a possibilidade de Artrite Reumatóide. O preço do exame varia de uma região para outra, mas geralmente está por volta de R$ 50,00 a 100,00. A associação dos dois testes , FR + Anti CCP aumenta a sensibilidade e a especificidade no diagnóstico da doença artrite reumatóide. Para que serve o exame anti CCP anticorpos antipeptídeo citrulinado, resultado alterado em diagnóstico de artrite reumatóide é um texto do site Plugbr.net. Caso queira usar o material, por favor, inserir os créditos. Obrigado por assinar nosso feed! You are subscribed to email updates from Plugbr.net To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. Email delivery powered by Google Google Inc., 20 West Kinzie, Chicago IL USA 60610

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Tratamento inovador permite alívio duradouro da dor neuropática Tratamento inovador permite alívio duradouro da dor neuropática Livia Lima Já está disponível, em Portugal, uma solução terapêutica inovadora para o tratamento da Dor Neuropática Periférica (DNP), um tipo de dor crónica que afecta cerca de 8% da população. Trata-se de um adesivo, à base de capsaícina (principio activo da malagueta) que demonstrou reduzir significativamente a dor neuropática, numa única aplicação (de 30 ou 60 minutos, consoante o local da área a tratar) durante um período de, pelo menos, três meses. Actualmente,160 pacientes do país já estão a beneficiar da terapêutica (Hospital Amadora-Sintra, Hospital Privado do Porto, Hospital Curry Cabral, Hospital Garcia de Orta, Hospital de São João, Hospitais da Universidade de Coimbra, Hospital de Pombal, entre outros). "A dor neuropática tem como tratamento de 1ª linha, antidepressivos e antiepilépticos a que se associam os analgésicos. Contudo, estes medicamentos pelos seus efeitos secundários nem sempre podem ser utilizados com segurança particularmente nos idosos. Esta terapêutica representa, por isso, um grande avanço, não só pela sua eficácia mas também porque é praticamente isento de efeitos secundários indesejáveis" explica Dra. Georgina Coucelo, Coordenadora da Unidade de Dor do Hospital Prof. Dr. Fernando da Fonseca. A DNP é uma dor crónica, muitas vezes descrita como uma sensação de picada, facada ou queimadura. Ao contrário da dor aguda, que habitualmente é uma resposta normal do nosso corpo a avisar que há um estimulo doloroso, e que desaparece após cura da lesão, a dor crónica não tem qualquer função protectora e continua após a cura da lesão. A zona dolorosa fica extremamente sensível, reagindo com dor ao toque, ao movimento ou à temperatura, de forma mais ou menos contínua e/ou persistente. Por vezes torna-se intolerável para o doente o contacto com o tecido da roupa, pois pode provocar dores insuportáveis. Como resultado, o doente vê-se incapacitado de dormir ou de desenvolver as actividades do dia-a-dia. Este quadro acarreta também consequências psicológicas, sobretudo uma grande incapacidade para trabalhar, a necessidade de alterar a rotina social e muita dificuldade em manter relações pessoais/sexuais. Actualmente, estima-se que os custos totais com DNP sejam cerca de três vezes superiores aos da população em geral, e que grande parte deles decorra de custos indirectos (baixas, absentismo, etc). Criada em 2005 no Japão, na sequência da fusão entre a Yamanouchi Pharmaceutical Co. e a Fujisawa Pharmaceutical Co, a Astellas Pharma é uma das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo. Com uma facturação de cerca de 9,7 mil milhões de dólares, em 2008, a empresa conta com cerca de 14 mil colaboradores em delegações espalhadas pela Europa, América do Norte, Ásia e Japão, país onde foi fundada. Com um trabalho orientado para o doente, a Astellas Pharma está empenhada no desenvolvimento de medicamentos inovadores de primeira linha em áreas terapêuticas chave, como a dermatologia, urologia, transplantação, infecciologia e dor. Fonte: Grupo Inforpress Imprimir » Enviar a um amigo » Comentar » Animais de Companhia: Pulgas à distância » As recorrências do amianto » O elementar sobre a lavagem das mãos » Fobia Social: Mais do que timidez » Glúten: Tolerar a intolerância » Hepatite: Fígado sofre! » Dormir mal pode ser perigoso » Palavra Autor Temas Nota: Os Médicos têm que fazer login para pesquisar informação restrita. Pesquisa avançada More Sharing ServicesShare| Share on facebookShare on twitterShare on myspaceShare on deliciousShare on googleShare on email Quem somos | Missão e Valores | Serviços | Parceiros | Termos e Condições © 2005 - 2014 Médicos de Portugal. Todos os direitos reservados | Criado por

terça-feira, 20 de maio de 2014

Fibromialgia

> Noções Básicas > A "cura" da fibromialgia > Fibromialgia em pacientes > Fibromialgia Juvenil Home Pacientes | Destaque | Outros Editoriais | Serviços | Pontos de Vista | Sites Recomendados | Cadastre-se Área Pacientes Fibromialgia :: Noções Básicas :: Freqüência na População :: Quadro Clínico :: Manifestações Associadas :: Diagnóstico :: Fibromialgia Juvenil Como Lidar :: Orientações Gerais :: Tratamento Medicamentoso :: Tratamento Não Medicamentoso Você não esta só :: Seu espaço :: Compartilhe conosco Aviso Legal :: Disclaimer Artigos O que é fibromialgia O termo fibromialgia refere-se a uma condição dolorosa generalizada e crônica. É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono . No passado, pessoas que apresentavam dor generalizada e uma série de queixas mal definidas não eram levadas muito a sério. Por vezes problemas emocionais eram considerados como fator determinante desse quadro ou então um diagnóstico nebuloso de “fibrosite” era estabelecido. Isso porque acreditava-se que houvesse o envolvimento de um processo inflamatório muscular, daí a terminação “ite”. Atualmente sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à da sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. O termo reumatismo pode ser justificado pelo fato de a fibromialgia envolver músculos, tendões e ligamentos. O que não quer dizer que acarrete deformidade física ou outros tipos de seqüela. No entanto a fibromialgia pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que por si só confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente com fibromialgia é fundamental para o sucesso do tratamento. A partir da década de 80 pesquisadores do mundo inteiro têm se interessado pela fibromialgia. Vários estudos foram publicados, inclusive critérios que auxiliam no diagnóstico dessa síndrome, diferenciando-a de outras condições que acarretem dor muscular ou óssea. Esses critérios valorizam a questão da dor generalizada por um período maior que três meses e a presença de pontos dolorosos padronizados. Diferentes fatores, isolados ou combinados, podem favorecer as manifestações da fibromialgia, dentre eles doenças graves, traumas emocionais ou físicos e mudanças hormonais. Assim sendo, uma infecção, um episódio de gripe ou um acidente de carro, podem estimular o aparecimento dessa síndrome. Por outro lado, os sintomas de fibromialgia podem provocar alterações no humor e diminuição da atividade física, o que agrava a condição de dor. Pesquisas têm também procurado o papel de certos hormônios ou produtos químicos orgânicos que possam influenciar na manifestação da dor, no sono e no humor. Muito se tem estudado sobre o envolvimento na fibromialgia de hormônios e de substâncias que participam da transmissão da dor. Essas pesquisas podem resultar em um melhor entendimento dessa síndrome e portanto proporcionar um tratamento mais efetivo e até mesmo a sua prevenção. Imprimir Busca no Site Área Médicos Sites Recomendados Fibromyalgia Network Site informativo, com material educacional para leigos, web links, newsletters, calendário de eventos, atualiações sobre diagnóstico e tratamento, etc... Leia mais... Apoio Sociedade Brasileira de Reumatologia Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Apsen Farmacêutica Informações: 0800 165678 - infomed@apsen.com.br web by SiteCommerce.net

terça-feira, 6 de maio de 2014

De-Stress Estresse pode desencadear os sintomas da fibromialgia. Minimizando o estresse pode melhorar a sua qualidade de vida. Alguns destruidores do estresse comprovadamente são: yoga, exercícios, sono e meditação. Respirar profundamente e expirando lentamente também pode ajudar. Ou manter-se em atividades mentais que você gosta ou que fazem você se sentir melhor. Quando o stress atinge, siga um ou dois deles. Anote! Se o "fibrofog" está prejudicando o seu foco ou a memória, mantenha uma caneta e papel à mão. Faça listas de tarefas e até mesmo "para dizer" - para ajudar a lembrar tópicos que pretende conversar com o seu cônjuge ou familiares sobre. Mantenha listas de compras, nomes de amigos, e números de telefone e endereços importantes em um notebook que você carrega. Exercite-se regularmente Exercícios regulares de baixa intensidade, como caminhar ou fazer exercício em água quente, é um dos melhores tratamentos para a fibromialgia. Ela ajuda a diminuir a dor e a rigidez, reduzir o estresse, e pode aumentar a sua sensação de controle sobre seu fibromialgia. Você também pode dormir melhor. Fale com o seu médico ou com um fisioterapeuta sobre um bom programa de exercícios para você. Faça alguma imersão seriamente Imersão em um banho quente ou banheira de água quente pode relaxar os músculos tensos, reduzir a dor e ajudá-lo a mover-se mais facilmente. Se é difícil para você entrar e sair da banheira, tente uma sauna ou colocar um banquinho no chuveiro para que você possa sentar-se e deixe a água fazer o seu trabalho. O calor úmido pode aumentar as endorfinas, que bloqueiam os sinais de dor, e ajudá-lo a dormir mais profundamente. Descafeinados A cafeína pode agravar o estresse, tanto física como psicologicamente. Ela estimula o coração e o sistema nervoso central, e pode aumentar o nervosismo, ansiedade e insônia. Então descafeinar para desestressar. Para dormir melhor à noite evite a cafeína a partir do final da tarde de. Cuidado com cafeína no chocolate, café e alguns refrigerantes e chás Tenha alguns momentos do dia para você Fibromialgia pode representar desafios à saúde únicas e, tornar a vida complicada. Então, tenha um tempo para si mesmo todos os dias, como parte de seu tratamento. Dedique-se em um hobby, coloque uma música, descanse - o que faça você se sentir bem. Pode trazer mais equilíbrio à sua vida, ajudá-lo a combater o estresse e aumentar a sua energia para as coisas que você precisa fazer. Fazer o trabalho de forma a melhorar sua vida É o trabalho que vem deixando-o exausto e com dor? Elabore um plano flexível que funcione para você e seu chefe. Pergunte sobre o trabalho pode ser feito em casa num tempo parcial, ou definir o seu horário para mais cedo ou mais tarde, no dia em que você possa ser mais produtivo. No escritório, reorganize o seu espaço de trabalho para o conforto e fácil acessibilidade. Um fone de ouvido de telefone, bandeja de teclado, ou outros produtos possam ajudar a colocar menos estresse em seu corpo. Falar sobre Fibromialgia coloca pressão sobre você e aqueles ao seu redor. A comunicação é crítica. Não tente sempre colocar uma de cara feliz. Seus entes queridos precisam saber o que faz com que seus sintomas piorem. Plano de falar para o melhorar o dia. Tente se concentrar em um assunto e procurar soluções. E não tenha medo de pedir ajuda - de amigos, outros com fibromialgia, ou um psicólogo. Apenas diga não A fibromialgia é às vezes chamado de "doença invisível" - você pode me ver bem, mas me sinto mal. As pessoas podem esquecer o que você precisa priorizar e seu ritmo. Na pesagem das atividades, favores ou convites considerar se eles vão poder promover formas de exercícios ou relaxamento que você precisa para se sentir bem. É um passo para simplesmente dizer "não". E cumpri-lo. Faça seu quarto um santuário do sono Se você não está recebendo o suficiente descanso, definir um estilo em seu quarto de dormir. Reserve sua cama para dormir, e mantenha o quarto escuro, silencioso, fresco e livre de distrações. Mantenha um horário regular de sono sem seu computador ou um fim de noite assistindo TV. Em vez disso, relaxe com música relaxante ou um banho quente. Manter um diário Manter o controle de eventos, atividades, sintomas e alterações de humor pode ajudar você a cuidar de sua fibromialgia. Pode fazê-lo ciente de quando os sintomas começam e, ao longo do tempo, o que pode estar provocando-os. Depois, você pode trabalhar para eliminar os gatilhos ou aprender estratégias de enfrentamento para diminuir o seu impacto. Participar de um grupo de apoio Os grupos de apoio podem desempenhar um papel importante na vida das pessoas com uma doença crônica. Seja pessoalmente ou online, eles oferecem um lugar seguro para falar com outras pessoas que podem compartilhar suas frustrações e preocupações. Os grupos de apoio fornecer apoio emocional, informações e dicas para lidar. · No Brasil conte com a Abrafibro – Associação Brasileira dos Fibromiálgicos. Uma entidade on line, informal, que há mais de seis anos preocupa-se com a orientação, informação e apoio aos pacientes fibromiálgicos. São pacientes cuidando de pacientes e profissionais que, num trabalho voluntário, ajudam-nos falando a mesma linguagem. www.facebook.com/abrafibro.segundoperfil Fonte: http://www.webmd.com/fibromyalgia/ss/slideshow-fibro-coping-tips?ecd=wnl_fib_031114&ctr=wnl-fib-031114_ld-stry&mb=uA30JTD2N3zgES%409naFoweHnVev1imbCBLXaX73qsGU%3d -- Postado por Blogger no ABRAFIBRO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIÁLGICOS em 5/02/2014 08:48:00 PM

sábado, 3 de maio de 2014

domingo, 27 de abril de 2014

Saltar para conteúdo principal Entrar / Registrar-se Início >Reumatologia >Reumatologia >Arthritis & Rheumatology >Artigos aceitos >Abstrato REVISTA TOOLS Receber alertas Novo Conteúdo Receba feed RSS Salvar em perfil Obter Cópia de Amostra Recomende a seu bibliotecário REVISTA MENU Jornal Início Localizar problemas Edição atual Todos os problemas ENCONTRE OS ARTIGOS Artigos Aceitos TER ACESSO Assine / Renove PARA COLABORADORES OnlineOpen Diretrizes para Autores Envie um artigo SOBRE ESTA REVISTA Diretrizes Editor de Conflitos Sociedade da Informação Notícia Visão global Conselho Editorial Permissions Anunciar Contato RECURSOS ESPECIAIS Oportunidades Profissionais Política de Ensaios Clínicos O reumatologista Aplicações convidados para Arthritis & Rheumatology Editor (2015-20 Term) Picareta artigos do editor Política de Acesso De Corpo Inteiro Evidência de densidade de fibras nervosas da epiderme anormal na fibromialgia: Implicações clínicas e imunológicas Xavier J. Caro 1, * eEarl F. Inverno 2 DOI: 10.1002/art.38662 Copyright © 2014 Colégio Americano de Reumatologia Questão Arthritis & Rheumatology Artigo aprovado (Aprovado, artigos inéditos publicados online e citável. A final editado e versão compor de registro irá aparecer no futuro.) Informações adicionais (Show All) Informação sobre o autor História de publicação PESQUISAR Escopo da Pesquisa Pesquisa de Cordas Avançado>Pesquisas gravados> ARTIGO TOOLS Obter PDF (1532K) Salvar em perfil E-mail link para este artigo Exportar citação para este artigo Obter citação Alertas Solicitar permissões Mais Sharing Serviços Compartilhar | Share on CiteULike Compartilhar no facebook Compartilhar no delicious Compartilhar no www.mendeley.com Compartilhar no twitter Abstrato Citado por Obter PDF (1532K) Palavras-chave: Fibromialgia;Dor;Síndrome de Fadiga Crônica;Dor crônica generalizada;Fibra Epidérmico Nervo Densidade;Pequeno Fibra neuropatia;Polineuropatia desmielinizante;PDIC;IVIg Abstrato Objetivo . Um subgrupo de pacientes (FM) fibromialgia apresenta uma grande fibra, desmielinizante polineuropatia periférica, semelhante ao observado em desmielinizante crônica polineuropatia inflamatória (PDIC). Tem sido sugerido que este processo de desmielinização é susceptível de ser mediadas pelo sistema imunitário. Uma vez que é sabido que, as grandes lesões fibra neuropáticas semelhantes pode ser associada com uma neuropatia de fibra pequena cutânea (SFN), procurou-se determinar a prevalência de SFN, tal como medido por densidade de fibras nervosas epidérmico (ENFD), de uma série de pacientes com FM e clinicamente controles saudáveis. Métodos . Quarenta e um pacientes de FM e 47 de controle consecutivos foram submetidos a uma biópsia da pele perfuração de 3 mm na coxa proximal e distal da perna perto do tornozelo para análise ENFD. Foram excluídos os indivíduos FM com evidência clínica de uma perturbação conhecida por estar associada com SFN. Assuntos FM também foi submetido a estudos clínicos para abastecer hypesthesia distribuição por cata-vento e testes de vibração e investigação sorológica de uma série de citocinas, CIC, e complementar as medidas. Resultados : Todos os indivíduos FM tiveram evidência de hypesthesia distribuição de lotação. A média ENFD para assuntos FM foi menor do que para os controles, tanto o bezerro (5,8 ± 2,8 vs 7,4 ± SD 1.9 SD, P <0,0002) e coxa (9,3 ± 3,2 vs 11,3 ± SD 2.0 SD, P <0,0007). Houve uma correlação inversa entre ENFD bezerro e idade, no momento da biópsia da pele, em indivíduos FM (r = - 0,29, P = 0,03), mas não nos controles. ANCOVA demonstrou que esta relação não pode ser explicado pelo envelhecimento sozinho, no entanto. Avaliação sorológica mostrou uma correlação inversa entre ENFD bezerro em indivíduos FM eo marcador de ativação T-cell/macrophage, IL-2R (r = - 0,28, P = 0,04). A análise de correlação de ENFD coxa e soro IL-2R não atingiu significância (P = 0,08). Análise das relações ENFD bezerro / coxa sugere que o declínio ENFD em FM é afetado tanto por um difuso, e um comprimento dependente, processo Conclusão : Vitela e ENFD coxa em FM são significativamente diminuída em comparação com os controles. O avanço da idade, por si só, não pode explicar este achado. Calf ENFD correlacionados, embora fracamente, de uma forma inversa com soro de IL-2R (P = 0,04). Estes resultados sugerem que SFN é susceptível de contribuir para queixas de dor de FM; que a dor nesta doença surge, em parte, a partir de um processo mediado imune periférica; e que a medição de ENFD pode ser uma ferramenta clínica útil em FM. © 2014 Colégio Americano de Reumatologia. Obter PDF (1532K) Mais conteúdo como esteEncontre mais conteúdo: como este artigo Encontre mais conteúdo escrito por: Xavier J. CaroEarl F. InvernoTodos os Autores PublicaçõesVer por AssuntoRecursos Quem SomosAjudarFale ConoscoAgentesAnunciantesMídiaPrivacidadeBolinhosTermos e CondiçõesMapa do Site Copyright © 1999-2014 John Wiley & Sons, Inc. Todos os direitos reservados. Sobre WileyWiley.comWiley Job Network

domingo, 13 de abril de 2014

Cisto de Baker

MD.Saúde Site médico voltado para a população leiga. Especialidades de A a D Alergoimunologia Angiologia Cardiologia Colesterol Hipertensão arterial Cirurgia e anestesia Cuidados intensivos Dermatologia Estética Doenças autoimunes Doenças infectocontagiosas Doenças causadas por fungos Doenças parasitárias DST HIV e AIDS Drogas e remédios Álcool Antibióticos | Antifúngicos | Antivirais Especialidades de E a N Endocrinologia Diabetes mellitus Doenças da Tireoide Obesidade Exames laboratoriais Exames de Sangue Exames de Urina Gastroenterologia Doenças do estômago e esôfago Doenças dos intestinos Hepatologia (doenças do fígado) Ginecologia e Obstetrícia Anticoncepcionais Doenças da mama Gravidez Hematologia Anemia Nefrologia Glomerulonefrite Infecção urinária Insuficiência renal Neurologia AVC Nutrição Especialidades de O a Z Oftalmologia Oncologia Ortopedia Otorrinolaringologia Doenças da cavidade nasal Doenças da garganta Doenças do ouvido Pediatria Pneumologia Proctologia Psiquiatria Reumatologia Urologia Próstata Sintomas mais comuns Fotos & Imagens HOME ORTOPEDIA CISTO DE BAKER | CISTO POPLÍTEO Artigo atualizado em 12/04/2014 CISTO DE BAKER | Cisto poplíteo DEIXE UM COMENTÁRIO. Publicidade O cisto de Baker, também conhecido como cisto poplíteo, é uma pequena bolsa de líquido que surge na região atrás do joelho, chamada fossa poplítea. O cisto de Baker apresenta-se como um nódulo visível e palpável sob a pele, podendo provocar dor no joelho e dificuldade de movimentação desta articulação. Quando o cisto é pequeno, ele pode ser assintomático, passando despercebido pelo paciente. O que é o cisto de Baker? Cisto de Baker Em medicina chamamos de cisto toda coleção líquida ou semi-liquida que fica envolta por uma membrana, formando uma espécie de bolsa ou saco. O cisto de Baker (cisto poplíteo) surge quando há um extravasamento do líquido sinovial da articulação do joelho. O líquido sinovial é uma espécie de lubrificante, cuja principal função é reduzir o atrito durante a movimentação de articulações, como a do joelho. Quando há uma lesão na articulação do joelho ou quando a quantidade de líquido sinovial torna-se excessiva, o lmesmo pode ser comprimido e empurrado para a região posterior da articulação, formando uma herniação, como exemplificado na figura ao lado. Causas do cisto de baker Como acabamos de dizer, o cisto poplíteo surge quando há uma lesão do joelho e/ou quando o volume de líquido dentro da articulação torna-se muito grande. ARTIGOS RECOMENDADOS: - Diferenças entre artrite e artrose - O que é artrose? - Tratamento da artrose - Artrite reumatoide Em geral, traumas do joelhos e doenças inflamatórias da articulação, como as diversas formas de artrite, são os principais fatores de risco. Como exemplos de situações habitualmente relacionadas à formação do cisto de Baker, podemos citar a osteoartrose, artrite reumatoide, artrite infecciosa, artrite juvenil e diversos tipos de traumatismos do joelho, principalmente se houver lesão dos meniscos. Sintomas do cisto de Baker A maioria dos cistos poplíteos são assintomáticos e invisíveis ao exame físico e acabam, portanto, sendo descobertos por acaso durante a realização de um exame de imagem do joelho, como a ressonância magnética, solicitada por qualquer outro motivo. Em geral, o cisto de Baker é uma alteração de adultos, ocorrendo com maior frequência a partir dos 35 anos de idade. Conforme o individuo envelhece, mais desgastada torna-se a articulação dos seus joelhos e maior é a incidência do cisto poplíteo. A ocorrência de sintomas do cisto de Baker depende de alguns fatores, tais como o seu tamanho ou a existência de complicações, como crescimento exagerado ou rotura do cisto. Quando há sintomas, os mais comuns são dor na fossa poplítea (parte posterior do joelho), enrijecimento da articulação do joelho, inchaço e aparecimento de um nódulo palpável por trás do joelho, principalmente quando o mesmo se encontra-se em extensão, ou seja, com a perna totalmente esticada. Esses sinais e sintomas podem se agravar com atividade física. Complicações do cisto poplíteo O cisto poplíteo pode crescer muito ou se romper, provocando uma quadro que pode ser confundido com trombose venosa profunda dos membros inferiores (leia também: TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP)). Um cisto que cresce muito pode provocar dor e edema da perna, principalmente se houver compressão das veias adjacentes, atrapalhando o escoamento de sangue dos membros inferiores. Quando cisto se rompe, o líquido presente escorre pelos músculos, provocando uma reação inflamatória. O quadro é dor, vermelhidão e inchaço na região da panturrilha. O cisto de Baker é um tipo e câncer? Não, cisto de Baker não tem nada a ver com câncer. Este cisto é uma tumoração benigna, composta basicamente de líquido. O cisto poplíteo não é câncer e não tem nenhum risco de virar um câncer. Diagnóstico do cisto de Baker O exame físico costuma ser suficiente para o diagnóstico da maioria dos cistos de Baker que são grandes o suficiente para serem visíveis. Quando há dúvidas, ou se o cisto for muito pequeno, exames de imagem, como a ultrassonografia e a ressonância magnética podem ser utilizados. A ressonância também serve para avaliar a articulação do joelho como um todo, auxiliando no diagnóstico da lesão que propiciou a formação do cisto poplíteo. Tratamento do cisto de Baker Nos pacientes com cistos pequenos e assintomático, nenhum tratamento faz-se necessário, uma vez que a maioria desaparece espontaneamente com o tempo. Quando o cisto é muito grande ou provoca sintomas, o tratamento inicial costuma ser uma artroscopia do joelho, para drenagem do excesso de líquido dentro da articulação e injeção intra-articular de um glicocorticoide, como a triancinolona. Com esse tratamento, dentro de uma semana, cerca de 2/3 dos pacientes apresentam uma significante redução dos sintomas e do tamanho do cisto. O tratamento da lesão primária do joelho é essencial para reduzir o risco de retorno do cisto no futuro. Não basta tratar o cisto, é preciso controlar a sua causa. Caso não haja melhora, o ortopedista pode, através de uma agulha, aspirar diretamente o cisto, injetando corticoide em seguida para reduzir o risco de recidiva. Esse procedimento não é o mais indicado, primeiro porque o líquido do cisto costuma ser muito viscoso, não sendo fácil de ser aspirado por uma agulha; segundo porque essa forma não trata a lesão do joelho e, portanto, não ataca a causa da formação cisto, havendo, assim, elevado risco de recorrência. Nos raros casos em que tratamento com artroscopia e o controle da inflamação do joelho não são suficientes para resolver o cisto poplíteo, uma cirurgia para a retirada do mesmo pode ser proposta. Publicidade ARTIGOS SEMELHANTES PARA COMPLEMENTAR O SEU CONHECIMENTO: DIFERENÇAS ENTRE ARTRITE E ARTROSE TRATAMENTO DA ARTROSE | OSTEOARTRITE O QUE É ARTROSE? CISTO SINOVIAL ARTRITE REUMATOIDE | Sintomas e tratamento SÍNDROME DE SJÖGREN DOENÇA AUTOIMUNE OVÁRIO POLICÍSTICO | Sintomas e tratamento Se você ainda tem dúvidas, envie-nos uma pergunta na seção de comentários abaixo. Mas, atenção, não fazemos consultas nem opinamos sobre casos pessoais pela Internet. Portanto, antes de enviar uma pergunta ou comentário, leia atentamente as REGRAS DO SITE para entender os nossos critérios de seleção. Como o volume de comentários é muito grande, as perguntas podem demorar até 7 dias para serem aprovadas e publicadas. Agradecemos a paciência e a compreensão. Publicidade PROCURE NO MD.SAÚDE Custom Search VÍDEO DO MÊS - VACINA CONTRA HPV - Previna-se contra o câncer do colo do útero AUTOR DO SITE Médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (U.F.R.J) em 2002. Especialista em Medicina Interna e Nefrologista. Títulos reconhecidos pela Universidade do Porto e pelo Colégio Português de Nefrologia. Outros sites do autor: MD.Consultas Salud y Síntomas MD.SAÚDE NO FACEBOOK MAIS LIDOS 20 PRIMEIROS SINTOMAS DE GRAVIDEZ PRINCIPAIS CAUSAS DE DOR NA BARRIGA 10 SINTOMAS DE DOENÇA DOS RINS ENTENDA O SEU HEMOGRAMA 15 CAUSAS PARA MENSTRUAÇÃO ATRASADA EXAME DE URINA O QUE SIGNIFICAM TGO, TGP, GGT e BILIRRUBINA? É GRAVIDEZ OU MENSTRUAÇÃO? CORRIMENTO VAGINAL MICOSE NA VIRILHA PUBLICAÇÕES RECENTES CISTO DE BAKER | Cisto poplíteo 12/04/2014 CISTO NO OVÁRIO | Sintomas e tratamento 05/04/2014 21 DICAS PARA EVITAR INFECÇÃO URINÁRIA 03/04/2014 ADENOMIOSE UTERINA| Sintomas e tratamento 31/03/2014 FRATURA DO COLO DO FÊMUR | FRATURA DO QUADRIL 27/03/2014 ANTICONCEPCIONAL PARA NÃO MENSTRUAR FAZ MAL? 19/03/2014 30 PERGUNTAS SOBRE MENSTRUAÇÃO 14/03/2014 PERIGOS DA DIETA DUKAN 11/03/2014 VÍDEO SOBRE A VACINA CONTRA O HPV 09/03/2014 DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS 06/03/2014 DESTAQUES PERIGOS DA DIETA DUKAN CIRURGIA DE LIPOASPIRAÇÃO PROTETOR SOLAR SINTOMAS DA HIPERTENSÃO ARTERIAL DIETA PARA BAIXAR O COLESTEROL PRIMEIROS SINTOMAS DO DIABETES BARRIGA INCHADA | Abdômen distendido EFEITOS COLATERAIS DOS ANTICONCEPCIONAIS DIETA PARA EMAGRECER DOR CIÁTICA Informações sobre o site Media kit Sobre o MD.Saúde Política de publicidade Política de privacidade Regras para comentários Newsletter RSS Contatos blogmdsaude@gmail.com pedro@mdsaude.com Atenção: os e-mails são exclusivos para assuntos comerciais ou editoriais. 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