quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Fibromialgia: Criação de um plano de tratamento Fibromialgia é uma condição complicada. Ela não tem causas específicas e nenhuma cura conhecida. No entanto, para aqueles que a têm - como muitos, como um em cada 50 americanos - a dor, fadiga e desgaste psicológico crônico da fibromialgia são por demais evidente. Os sintomas da fibromialgia são tratáveis, no entanto muitos especialistas acreditam que o melhor tratamento é uma abordagem multifacetada que combina medicação com mudanças de estilo de vida e tratamentos alternativos. Você pode precisar trabalhar com o seu médico, um fisioterapeuta, e possivelmente outros para adaptar um plano de tratamento para suas necessidades. Aqui está como começar. O tratamento da fibromialgia: Comece com o diagnóstico A fibromialgia é uma síndrome- Um conjunto de sintomas, em vez de uma doença específica. Alguns dos sintomas da fibromialgia mais conhecidos, são: Dor generalizada Fadiga severa Os pontos sensíveis no corpo Ansiedade ou depressão Os médicos costumam diagnosticar a fibromialgia, considerando critérios como a dor, quanto tempo você teve e quão disseminada é, e por exclusão de outras causas. Isto pode ser complicado, no entanto, porque os sintomas associados com fibromialgia podem ser causados por outras condições. Portanto, é melhor consultar um médico que esteja familiarizado com fibromialgia. Existe um exame de sangue que supostamente é altamente preciso no diagnóstico de fibromialgia. O teste - chamado FM / a - identifica marcadores produzidos por células do sangue do sistema imunológico em pessoas com fibromialgia. Pergunte ao seu médico sobre o teste, que custa cerca de US$ 750. (*Este exame ainda não tem aval científico. Aqui no blog já existe o artigo publicado sobre ele. Utilize "Pesquisa no Blog", na coluna à sua direita, para encontrar o artigo. Não existe ainda no Brasil) Saiba sobre a fibromialgia Medicamentos Uma vez que você tenha sido diagnosticado com fibromialgia, o seu médico irá conversar com você sobre as opções de tratamento. Vários tipos de medicamentos são usados para ajudar a gerenciar os sintomas da fibromialgia, como dor e fadiga. Três medicamentos são aprovados pela FDA(Seria a ANVISA no Brasil ) para tratar a fibromialgia: Cymbalta (duloxetina) (No Brasil temos também: Velija e Cymbi): um tipo de antidepressivo chamado inibidor da recaptação da serotonina e norepinefrina (IRSN). Os pesquisadores não têm certeza de como Cymbalta trabalha em fibromialgia, mas eles pensam que os níveis crescentes de controle de serotonina e noradrenalina ajudam a reduzir o sentir de dor. Lyrica (pregabalina): Lyrica é para uma dor no nervo e uma droga para epilepsia. Em pessoas com fibromialgia, pode ajudar a acalmar as células nervosas excessivamente sensíveis que enviam sinais de dor por todo o corpo. Ele tem sido eficaz no tratamento da dor do fibro. Savella (milnaciprano): Savella também é um SNRI. Embora os pesquisadores não saibam exatamente como funciona, os estudos mostraram que ele ajuda a aliviar a dor e reduzir a fadiga em pessoas com fibromialgia. Os antidepressivos também são por vezes, prescritos para ajudar as pessoas a gerir os sintomas da fibromialgia: Os antidepressivos tricíclicos. Ao ajudar a aumentar os níveis de serotonina e norepinefrina substâncias químicas do cérebro, estes medicamentos podem ajudar a relaxar os músculos doloridos e a melhorar analgésicos, hormônios naturais do corpo. Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). O seu médico pode prescrever um desses tipos de antidepressivos, por si só ou em combinação com antidepressivos tricíclicos. SSRIs impedem que a serotonina seja reabsorvida no cérebro. Isso pode ajudar a aliviar a dor e fadiga. Estes medicamentos são também prescritos às vezes para a fibromialgia: Anestésicos locais. injetada em áreas especialmente nos locais mais dolorosos, os anestésicos podem fornecer algum alívio temporário, geralmente por não mais do que três meses. Anticonvulsivantes ou medicamentos anti-convulsivos como o Neurontin são eficazes para reduzir a dor e ansiedade. Não está claro como estes medicamentos funcionam para aliviar os sintomas da fibromialgia. Mio Relaxantes ocasionalmente são prescritos para ajudar a aliviar a dor associada com a tensão muscular em pessoas com fibromialgia. Seu Plano de Tratamento de Fibromialgia: Mantenha-se Ativo O exercício é uma parte importante na gestão dos sintomas da fibromialgia. Ficar fisicamente ativo pode aliviar a dor, estresse e ansiedade. A chave é começar devagar. Comece com alongamento e atividades de baixo impacto, como caminhadas, natação ou outros exercícios na água, ou andar de bicicleta. Exercícios aeróbicos de baixo impacto , tais como yoga, tai chi, ou Pilates também podem ser úteis. Se você quiser aumentar a intensidade do exercício, fale com o seu médico. Seja qual for o exercício que você escolher, o foco em três áreas: a amplitude de movimento, aeróbica e treinamento de força. Fisioterapia para a fibromialgia A fisioterapia pode ajudar você a obter o controle de sua doença, concentrando-se no que você pode fazer para melhorar seu estado, em vez continuar com seus sintomas crônicos. Um fisioterapeuta pode mostrar-lhe como obter alívio temporário da dor da fibromialgia e rigidez, ficar mais forte e melhorar a sua amplitude de movimentos. E ela pode ajudá-lo a fazer pequenas mudanças, como praticar uma boa postura, que ajudam a evitar dolorosas crises. Tratamentos alternativos para a fibromialgia Uma série de tratamentos de fibromialgia populares caem fora do âmbito da medicina convencional. Em geral, não tem havido uma extensa pesquisa sobre medicina complementar e alternativa (MCA), mas as evidências sugerem que alguns podem funcionar. Sempre fale com o seu médico antes de iniciar qualquer tratamento alternativo. Tratamentos alternativos mais populares incluem: Acupuntura. Esta antiga prática de cura tem como objetivo aumentar o fluxo sanguíneo e produção de analgésicos naturais com finas agulhas inseridas na pele em pontos estratégicos do corpo. Alguns estudos relatam que a acupuntura pode ajudar a aliviar a dor, ansiedade e fadiga. Massagem terapêutica. Isso pode ajudar a reduzir a tensão muscular, aliviar a dor em ambos os músculos e tecidos moles,melhoram a amplitude de movimento, e aumentam a produção de analgésicos naturais. Tratamento quiroprático. Com base em ajustes da coluna vertebral para reduzir a dor, esta terapia popular pode ajudar a aliviar os sintomas da fibromialgia. Suplementos. Uma série de suplementos dietéticos e outros são apregoados como tratamentos destinados a aliviar os sintomas da fibromialgia. Alguns dos mais populares para a fibromialgia incluem magnésio, a melatonina, 5-HTP, e mesmo, o que pode afetar os níveis de serotonina. No entanto, os resultados de estudos sobre esses suplementos são misturados. Certifique-se de conversar com seu médico antes de tomar qualquer suplemento. Alguns podem ter efeitos colaterais e pode reagir mal com a medicação que está tomando. Ervas. Tal como acontece com os suplementos, a evidência científica para a eficácia das ervas é confusa.Alguns estudos têm demonstrado que a erva de São João pode ser tão eficaz quanto a certos medicamentos de prescrição para o tratamento de depressão leve. *Certifique-se de conversar com seu médico antes de tomar qualquer suplemento. Alguns podem ter efeitos colaterais e pode reagir mal com a medicação que está tomando. Fonte: http://www.webmd.com/fibromyalgia/fibromyalgia-pain-10/fibromyalgia-creating-treatment-plan?page=2 Fotos para ilustração retiradas na internet. NOSSO INTUITO OU NOSSAS MATÉRIAS NÃO SUBSTITUEM, SOB QUALQUER PRETEXTO, A CONSULTA MÉDICA. ANTES DE MODIFICAR, ALTERAR, MISTURAR COM OUTRO MEDICAMENTO/CHÁS/ERVAS/SUCOS CONSULTE ANTES SEU MÉDICO. -- Postado por Blogger no ABRAFIBRO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIÁLGICOS em 12/10/2014 12:53:00 AM

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Relato de dor

​ Relato da dor - 2014 Em maio 2012, acreditei que não precisaria mais escrever nada sobre dor. Achei que tinha encontrado a cura após longos anos de medicamentos, tratamentos, terapias e cirurgias para minha coluna lombar. Infelizmente, os dias foram passando, os meses e os anos e a dor não desapareceu. Sempre acreditei que quando algo nos incomoda devemos procurar ajuda. Foi o que fiz esse tempo todo. Lutei mas quando se tem uma dor que não passa com um único comprimido, que não passa depois de uma noite de sono, que simplesmente permanece após uma cirurgia... acaba por fazer parecer que faz parte da vida inteira. Dor que afeta a vida profissional, as atividades simples do dia, os relacionamentos, projetos de vida. Lidar com isso e a incompreensão dos outros não é tarefa fácil. Temos que ser um pouco atores. O que posso comentar pela minha experiência principalmente com a ajuda de psicólogos é: Enfrentar e aceitar. Tento não “achar” que meu médico acha que minha dor não é real, assim como os amigos e familiares. Aprendi a criar estratégias para continuar vivendo, uma delas é relaxar, principalmente quando escuto algo de quem não está na mesma situação. Escutar coisas do tipo: “ você já esteve pior”, não é da sua cabeça”? Já foi na igreja tal? Tem certeza que ainda dói?” Enfim, aprender a lidar com essas situações também faz parte do processo. As pessoas assim como nós tem limitações. Quando a gente encontra a forma de se expressar, de ser ouvido, sendo mais flexível a emoção não vai tomar conta da gente, a emoção vai ser algo que sentimos e que podemos expressar sem nos prejudicar. A emoção na vida de quem tem esse tipo de dor é muito particular, cada um acaba encontrando a melhor forma para si. Uma das situações mais difícil pra mim foi deixar de trabalhar na empresa que tanto lutei para fazer parte. Em casa as atividades são restritas, os passeios à vida social muita coisa na minha vida teve que ser anulada. Precisei rever o que é necessário abandonar de vez, o que pode ser adaptado e o que pode ser inserido como uma atividade. Esse processo de aprendizado leva muito tempo cada um tem o seu tempo. A dor pode ser uma oportunidade para percebermos quem pode e de e estar com a gente nesse momento. Se for melhor fique sozinho. Aprender a não ultrapassar meus limites físicos e emocionais foi essencial para manter a certeza de que o amanhã pode ser melhor que hoje. Só peço a Deus todos os dias para me dar forças para ajudar quem precisa de mim mesmo com minhas limitações de hoje. Aproveito para agradecer aos médicos, terapeutas, fisioterapeutas pelo carinho e dedicação. Gostaria de citar o nome de todos, mas não é tarefa fácil por que perdi a conta. Não cito os atuais para não ser injusta com os outros. Guardo todos na minha mente e coração. Aproveito para usar a frase de uma amiga que também sofre com dor crônica. : “ Dor ... monossílabo mais cruel , pesado, e infinitamente longo que existe no dicionário, e infelizmente na minha vida.” Cláudia Bárbara C. Castelucio 47 anos. Maturidade é a arte de viver em paz com o que é impossível mudar.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Hérnia de Disco, seja bem vindo. encontre o que você precisa saber sobre fisioterapia para coluna vertebral, doenças da coluna como a hérnia de disco, suas causas, sintomas e a possibilidade de tratamento sem cirúrgia. Gostou? Ajude-nos a ser relevante Indique nossa página ao Google:  Doenças da Coluna Hérnia de disco Osteopenia e Osteoporose Escoliose Estenose Lombar Lordose Dor Ciática Coluna Vertebral Instabilidade Vertebral Degeneração Discal Whiplash Cifose Espondilólise Espondilolistese Dor nas costas Dor lombar Cervicalgia Lombalgia Protrusão discal  Tratamento NÃO Cirúrgico Conheça o ITC Vertebral Nosso Tratamento Dr. Helder Montenegro Depoimentos Encontre uma Clínica  Espaço Dr. Coluna Cartilha do ITC Vertebral Artigos Terceira Idade Você Sabia? Videos Tratamento Teste a sua coluna  Tire suas Dúvidas  Espaço da ColunaArtigos Conheça as etapas da Hérnia de Disco A função dos discos intervertebrais – localizados entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares – é evitar o atrito entre uma vértebra e outra e amortecer quaisquer impactos. Esses discos são constituídos por tecido cartilaginoso e elástico e, com o tempo e o uso repetitivo, acabam sofrendo um desgaste cada vez mais intenso. O resultado é a formação de hérnias de disco que se dividem em quatro fases, de acordo com o grau de degeneração dos discos e o consequente comprometimento das raízes nervosas. As causas da Hérnia de Disco Quando os discos estão saudáveis são capazes de amortecer os impactos que a coluna recebe, além de permitir movimentos em diferentes eixos de rotação. Neste caso, o disco está intacto: constituído por um núcleo gelatinoso (pulposo) revestido por um ânulo fibroso mais resistente. Principais sintomas da Hérnia de Disco Etapas da Hérnia de Disco:  1ª Fase – Abaulamento Discal: Nesta etapa tem início, de fato, a patologia. É quando o disco intervertebral, em virtude do envelhecimento e de outros fatores, como movimentos repetitivos, tabagismo e obesidade, começa a apresentar fissuras em suas fibras, levando o disco a forma de arco. 2ª Fase – Protusão Discal: O abaulamento já é maior, podendo atingir até mesmo os nervos, a medula e o saco dural (canal medular). Nessa fase, normalmente tem início a degeneração discal. A doença está em estágio mais avançado. 3ª Fase – Hérnia de Disco: É a fase onde ocorre a extrusão do disco intervertebral, já em estágio avançado de degeneração. O núcleo pulposo migra de sua posição normal no centro do disco para a periferia, levando à compressão das raízes nervosas e caracterizando a hérnia de disco. 4ª Fase – Sequestro ou Fragmento: É quando a parte do disco que se encontrava extruso se separa do disco, comprometendo ainda mais as estruturas nervosas. Essa é a etapa mais rara, mas que dependendo da posição do fragmento pode gerar efeitos graves, sendo necessários tratamentos que promovam a descompressão das estruturas afetadas, retirando-se o fragmento da hérnia. Como prevenir a Hérnia de Disco? Alguns cuidados podem e devem ser tomados a fim de evitar o surgimento da Hérnia de Disco. – Aderir a um estilo de vida mais saudável, com a prática regular de atividades físicas para fugir do sedentarismo e uma alimentação balanceada para evitar o sobrepeso; – Não fumar; – Ter atenção à postura; – Evitar a prática de atividades repetitivas; – Não realizar frequentes levantamentos e/ou carregamentos de peso; – Durante a prática de qualquer atividade física ou esportiva, ter um cuidado especial com a coluna. Tratamento para a Hérnia de Disco Nosso conteúdo lhe ajudou? indique ao google e compartilhe com seus amigos  Outros Artigos: Próximo Artigo Quer deixar um comentário? Clique aqui Os textos mais lidos e “curtidos” em nosso site:  Patologias do nervo Ciático – Síndrome do Piriforme  Hérnia de disco lombar: diagnóstico e tratamento  Pense antes de operar a hérnia de disco  Coluna boa sem cirurgia Quer mais Conteúdos sobre fisioterapia são nossa especialidade. Leia sobre problemas na coluna vertebral, hérnia de disco, dicas e outros:  Dores nas costas são perigosas? Como identificar uma Hérnia de Disco? Conheça as etapas da Hérnia de Disco Acesse mais textos Espaço Dr. Coluna  Conheça tudo sobre a coluna vertebral, atualidades, dicas, atenção com a postura e os cuidados com a Terceira Idade: Cartilha do ITC Vertebral Artigos Terceira Idade Você Sabia Videos Tratamento TV Coluna Vertebral  Tratamento para Hérnia de Disco sem cirurgia. AssistirVeja mais videos Você Sabia? 95% das pessoas que sofrem com a hérnia de disco, não precisam realizar cirurgia na coluna vertebral, podendo tratar com método não invasivo. Descubra mais curiosidades Depoimentos “Oi meu nome é Raquel Gomes e tenho 21 anos. Eu fiz meu tratamento no ITC Teresina-Pi. Sou muito grata a equipe do ITC por tudo. Raquel Gomes - Teresina/PI Veja mais depoimentos  Terceira Idade Saudável Clique em curtir para fazer parte do maior grupo sobre Terceira Idade no Facebook: Para aproveitar a terceira idade com toda a beleza e prazeres que essa etapa de vida oferece, a pessoa deve estar em dia com a saúde de sua coluna vertebral. Os cuidados devem ser especiais. Confira: Quais atividades físicas a pessoa com mais de 60 anos pode praticar?Cuidados com automedicação na terceira idadePerguntas mais frequentes sobre saúde na terceira idade Dr Helder Montenegro, diretor do ITC Vertebral, comenta sobre os problemas na coluna na Terceira Idade, como tratá-los, a relação com atividades físicas e da dicas de muito valor.Assistir Conheça o programa de tratamento para hérnia e disco sem cirurgia:  Assistir  Mais de 65 clínicas credenciadas em todo o Brasil.  Reportagem com Dr Helder Montenegro ao Jornal HojePresidente de Associação Brasileira de Reabilitação em Coluna e Diretor do ITC Vertebral, o Dr. Helder Montenegro fala sobre os principais problemas que o brasileiro tem na coluna vertebral.Reportagem com Dr HelderNão encontrou o que procurava? Nós lhe ajudamos: Doenças da Coluna Coluna VertebralCervicalgiaCifoseDegeneração DiscalDor CiáticaDor lombarDor nas costasEscolioseEspondilóliseEspondilolisteseEstenose LombarHérnia de discoInstabilidade VertebralLombalgiaLordoseOsteopenia e OsteoporoseProtrusão discalWhiplash Tratamento Conheça o ITC Vertebral Nosso Tratamento Dr. Helder Montenegro Depoimentos Encontre uma Clínica  Espaço Dr. Coluna Cartilha do ITC Vertebral Artigos Terceira Idade Você Sabia? Videos Tratamento Teste a sua coluna Ainda não encontrou? Mande um e-mail. Clique aqui Precisando de ajuda com seu problema de coluna?  

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

 Sintomas e síndromes associados com fibromialgia PUBLICIDADE Editar | Fibromialgia.nom.es    Sintomas e síndromes associados com fibromialgia Imprimir este artigo Além da dor e fadiga, uma série de sintomas / síndromes são geralmente associado com fibromialgia . Como a dor e exaustão, a gravidade desses sintomas / síndromes tende a aumentar e diminuir e, portanto, causando desconforto aos pacientes varia de acordo com a gravidade. Tipicamente, os pacientes do FM sofrem de um ou mais dos seguintes sintomas típicos: Anquilose: Além da dor, rigidez do corpo pode representar um problema desgastante para as pessoas com fibromialgia. Esta rigidez pode ser visto principalmente no início da manhã, após a sessão por mudanças de longo ou ficar parado, ou por em períodos de temperatura ou umidade. Aumento de dores de cabeça ou rosto: Dor de cabeça / músculos faciais muitas vezes resulta em pescoço ou nos ombros extremamente rígida ou concurso referem dor para cima. Ele pode acompanhar a disfunção da articulação temporomandibular (conhecida pelo acrónimo "ATM"), uma condição que afecta cerca de um terço dos pacientes com fibromialgia, que afecta as articulações dos maxilares e músculos associados. Os distúrbios do sono: Apesar de bastante sono, os pacientes que sofrem de fibromialgia podem despertar sensação de cansaço, como se tivessem dormido mal. Além disso, eles podem ter dificuldade em adormecer ou permanecer dormindo. As razões que são desconhecidas fibromialgia causa sono não é repousante e outras dificuldades do sono. No entanto, as primeiras pesquisas que foram feitas em laboratórios de sono na FM documentado interrupções na fase mais profunda do sono (fase delta) de alguns pacientes com fibromialgia. Distúrbios Cognitivos: Pessoas com fibromialgia relatam uma série de sintomas cognitivos que tendem a mudar de dia para dia. Estes incluem dificuldade de concentração, "atordoamento" ou "fibro-fog", lapsos de memória, dificuldade em lembrar palavras / nomes, e facilmente sobrecarregado quando confrontado com várias coisas para fazer ao mesmo tempo sentia. Desconforto abdominal: Muitas pessoas com distúrbios digestivos FM, dor abdominal, distensão abdominal, constipação e / ou diarréia. Estes sintomas são colectivamente conhecidas como o "síndroma do intestino irritável" ou IBS representa ("síndrome do intestino irritável"). Além disso, alguns pacientes têm dificuldade em engolir alimentos, que segundo a pesquisa é resultado de alterações objetivas do músculo liso das obras esôfago. Fevereiro Problemas Genitourinary: É possível que os pacientes com fibromialgia queixam-se de um aumento na frequência ou urgência para urinar aumentada, geralmente sem uma infecção da bexiga. Alguns pacientes podem ter uma condição crónica que é a inflamação dolorosa da parede da bexiga, o que é conhecido como "cistite intersticial" (IC). Nas mulheres, a fibromialgia pode causar períodos menstruais tornam-se mais doloroso ou que os sintomas da fibromialgia pioram durante esse tempo. Nas mulheres, outras condições também podem estar presentes, como vestibulitis vulvar ou vulvodinia, caracterizada por dor na região vulvar e relação sexual dolorosa. Parestesia: Às vezes, a SMF está associada com dormência ou formigamento (por exemplo, mãos ou pés). Também conhecida como parestesia, sensação pode ser descrita como prurido ou queimação. Miofascial pontos gatilho: Um número significativo de pacientes com FM tem uma condição neuromuscular chamada de "síndrome da dor miofascial" (sigla MPS em Inglês), em que pontos muito dolorosos (pontos de gatilho) em bandas de formulário encolhidas em músculos e outros tecidos conjuntivos, muitas vezes como resultado de uma lesão resultante de movimentos repetitivos, má postura por longos períodos ou doença. Eles não são apenas muito doloroso, mas a dor se espalhou para outras partes do corpo de maneiras muito previsíveis. Ao contrário das formas pelas quais FM afeta todo o corpo, síndrome dolorosa miofascial é uma condição localizada em áreas muito específicas, geralmente no pescoço, ombros e cintura. A ATM é considerada uma forma dessa síndrome. Os sintomas no peito: Aqueles com fibromialgia (.. por exemplo, digitação ou sentado em uma mesa, trabalhando em uma linha de produção, etc.) e participar de atividades que os obrigam a se inclinar para a frente muitas vezes têm problemas especiais com peito ou parte superior do corpo, ou seja, dores no peito e disfunções. 3 Muitas vezes, essas dores de respiração superficial e problemas posturais. Alguns pacientes podem também desenvolver uma condição chamada de "costochondralgia" (também conhecida como osteocondrite), que é uma dor muscular, onde as nervuras encontram o esterno. Às vezes isso é confundido com uma doença cardíaca. Pessoas com fibromialgia são suscetíveis a uma doença cardíaca em grande parte assintomática chamado prolapso da válvula mitral (MVP), em que uma das válvulas das protuberâncias coração durante um batimento cardíaco causando um clique ou sopro. Normalmente, um MVP não é uma preocupação em pacientes com FM, a menos que há um outro problema cardíaco. (Nota: Qualquer um que experimenta a dor no peito deve sempre consultar um médico imediatamente.) Desequilíbrio: Os pacientes com FM pode ter problemas com a balança para uma variedade de razões. Pois acredita-se que a fibromialgia afeta músculos esqueléticos de rastreamento ocular, náuseas pode ser experimentado "confusão visual" ao dirigir um carro, ler um livro, ou de outra forma rastreamento de objetos com os olhos. (Dificuldades com os músculos lisos dos olhos também pode causar outros problemas com o foco.) 4. Também pode ser que ter músculos fracos, ou pontos de gatilho no pescoço ou disfunção da ATM pode causar desequilíbrio. Pesquisadores da Johns Hopkins Medical Center também têm demonstrado que alguns pacientes com FM têm uma condição conhecida como "hipotensão neural mediado", que faz com que, quando em pé, uma queda na pressão arterial e freqüência cardíaca, causando tonturas , náuseas e dificuldade de pensar com clareza. Cinco Leg Sensations: Às vezes, alguns pacientes com FM têm uma desordem neurológica conhecida como "síndrome das pernas inquietas" ("síndrome das pernas inquietas, sigla, RLS). Esta condição é caracterizada por um desejo incontrolável de mover as pernas, especialmente quando estão em repouso ou em repouso. Um estudo recente revelou que mais de 31% dos pacientes com FM têm RLS. 6 A síndrome também pode causar movimentos periódicos dos membros durante o sono ("síndrome de movimentos periódicos dos membros", ou MPM, Inglês sigla), que pode ser muito irritante para o paciente e sua parceira. Os sintomas sensoriais / alérgicas Hipersensibilidade: hipersensibilidade à luz, som, toque e cheiro, muitas vezes ocorre com pacientes com FM e é pensado para resultar de um sistema nervoso hiperativo. Além disso, algumas pessoas com FM pode ter arrepios ou frio enquanto outros se sintam confortáveis ​​ao redor; ou pode ter calor, enquanto outros não. Eles podem ser semelhantes aos alérgica a uma variedade de substâncias acompanhadas por prurido ou rash, ou os doentes podem apresentar uma forma de constipação rinite não-alérgica ou excreções do nariz e seios reacções dolorosas, mas reacções imunitárias que ocorrem em condições alérgicas. No entanto, quando ocorrem tais sintomas, geralmente não há resposta imune, uma vez que pode ser medido em verdadeiras alergias é despercebida. Sete Problemas de pele: sintomas desagradáveis, como prurido, secura ou manchas podem acompanhar a FM. Pacientes com fibromialgia também podem experimentar uma sensação de inchaço, principalmente nas extremidades, como dedos. Uma queixa comum é que o anel não cabe mais a ele. No entanto, este tipo de inchamento não é equivalente para a inflamação associada com a artrite; ao contrário, é uma anomalia localizada cuja causa da fibromialgia é desconhecida. Depressão e ansiedade: Embora muitas vezes os pacientes com FM são diagnosticadas com transtornos de depressão ou ansiedade ("está tudo na"), a pesquisa mostrou repetidamente que a fibromialgia não é uma forma de depressão ou hipocondria. No entanto, se a depressão ou a ansiedade ocorre com a fibromialgia, o tratamento é importante, pois isso pode agravar FM e interferir com sintoma de gestão bem-sucedida. "Inspirado e adaptado livremente a partir do texto" sintomas de fibromialgia pelo saber "por Dr. J. Ferran Garcia Fructuoso , fmaware de 2002 (julho): p.16-18 ". PUBLICIDADE  Mais Notícias fibromialgia O limiar de dor determinado por genes Distúrbios do Sono Mais dormem menos sensibilidade à dor Atualização em Pediatria; Dor em crianças Desreguladores endócrinos, perigos e as conseqüências Eles se queixam de que a dor é parte das estratégias de doenças crônicas  De volta 
 Estudo das causas da fibromialgia e causa de danos PUBLICIDADE    Editar | fibromialgia.nom.es 21/03/2014 Fonte | Sociedade Espanhola da Dor Estudo das causas da fibromialgia e causa de danos Imprimir este artigo RESUMO A fibromialgia é uma doença com dor espontânea generalizada, fadiga crônica, rigidez muscular, distúrbios do sono e neuroimunológicos, endócrino e transtornos afetivos. Essa condição torna o diagnóstico difícil e frustrante para o médico eo paciente, uma vez que a diversidade e mutabilidade dos sintomas muitas vezes escapam a justificativa etiopatogênico. A fim de esclarecer de forma esquemática os fatores que podem estar subjacentes ao desenvolvimento da doença, a fim de facilitar a sua compreensão clínica, apresentamos brevemente os diferentes cenários descritos nos mesmos. Palavras-chave: fibromialgia. Etiopatogenia. INTRODUÇÃO A fibromialgia é uma condição cujo atual critérios de diagnóstico foram estabelecidos em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia (ACR) (1). A doença é caracterizada principalmente por dor generalizada espontânea, cujo diagnóstico foi confirmado por digitalizar várias doloroso e macio para pontos de palpação. Para alcançar o consenso que existe atualmente sobre a definição e os critérios de diagnóstico da fibromialgia tem sido que através de um caminho complexo, que foram consideradas diferentes hipóteses etiopatogênico. Mesmo hoje, embora seja um amplamente reconhecido como tal pela OMS e IASP (Associação Internacional para o Estudo da Dor), debate persiste doença variabilidade clínica alimentado e extensa comorbidade nesses pacientes. O objetivo deste trabalho é revisar a patogênese da doença, tais como comorbidade com outra dor miofascial, síndrome da fadiga crônica, enxaqueca, depressão, disfunção cranio, síndrome do intestino irritável, distúrbio ou transtorno de estresse pós-traumático (2-4). A presença de sintomas inespecíficos de emocional, hormonal, respiratório, cognitivo, gastrointestinal, trigeminal, etc. regionais dificuldade de diagnóstico a extremos tornam difícil discriminar por causa da síndrome de doença co-mórbida da mesma forma. Entendemos que o conhecimento dos processos patogênicos subjacentes a clínica vai fazer isso mais compreensível, evitando a confusão de diagnóstico e abuso de exames laboratoriais. aetiopathogenesis Em relação à patogênese, autores como Robert Bennett (5) acreditar que, em geral, Existem duas ideias sobre o desenvolvimento da doença, uma fonte central e uma origem periférica; Podemos supor que ambos os mecanismos sobrepõem e alimentação, e excitabilidade periférica instiga central de compensação, quando se torna crônica, afeta o desenvolvimento de mecanismos de neuroplasticidade dos fenômenos soma espaciais; o resultado seria um estado de hipersensibilidade generalizada, não só do ponto de vista físico, mas também emocionalmente. Aqui estão várias hipóteses têm sido propostas em relação ao desenvolvimento desta doença. alterações neuroendócrinas e à neurotransmissão Hormônio do Crescimento Moldofsky (6) vi na relação entre fibromialgia e síndrome da fadiga crônica com níveis hormonais alterados crescimento, possivelmente como resultado directo de um distúrbio do sono. Depois de interromper o sono do estágio IV por três noites consecutivas, num total de seis voluntários saudáveis ​​experimentaram fadiga e sensibilidade à palpação nas áreas de referência para o diagnóstico de fibromialgia. Diferentes estudos têm demonstrado baixos índices de produção do hormônio de crescimento e somatomedina C em pacientes com fibromialgia (7). Admite-se que a hormona do crescimento está envolvida na homeostase e recuperação muscular, e que esta hormona precisa de sono profundo para ocorrer (8). Embora não patognomónico, electroencephalographically determinou a existência de um ritmo alfadelta em pacientes com fibromialgia. Esta taxa é definida como as ondas alfa (característica de vigília) persistem quando eles começam a aparecer nas ondas de layout delta de sono profundo; ambos os tipos de ondas se sobrepõem, de modo que este tenha chamado ritmo alfa-delta, e pode favorecer a instabilidade mental e dano muscular (9). De facto, a hormona de crescimento tem sido testado com bons resultados em ensaio clínico randomizado conduzido por Bennett com uma amostra de 50 mulheres fibromiálgicos. Neste papel melhorado em comparação com o grupo tratado com o placebo, tanto a qualidade de vida e pontos de dor; No entanto, devido aos efeitos adversos (síndrome do túnel do carpo) e do alto custo da terapia, esta não foi popularizado. (10) distúrbio da tiróide final dos anos 90, Honeyman (11) e Lowe (12) estabeleceu um relacionamento entre fibromialgia e metabolismo da tireóide, mesmo propondo a T3 como uma alternativa terapêutica de confiança, embora não tenha ainda publicado qualquer trabalho nele. A melatonina Embora não mais qualquer controvérsia (13), também tem sido postulado que uma alteração na secreção de melatonina levaria a mudanças na adrenal hipotálamohipofisario- na condição de sono e na percepção da dor (14). A produção de níveis baixos de triptofano e serotonina (precursores de melatonina) têm sido descritos na doença (15,16), o que poderia justificar uma síntese de melatonina inferior. Ambos os problemas na absorção intestinal do triptofano (17) como a acção de anticorpos antiserotonin poderia justificar a deficiência de hormona. Wikner et al. gravada, a recolha de amostras sucessivas, a produção de melatonina nocturna na urina de pacientes com fibromialgia, encontrando menos produção total e uma diminuição na secreção de picos em relação aos controles. Eles concluíram que deficiências hormonais podem contribuir para a perturbação do sono, fadiga diurna e percepção da dor diminuída (18). Em termos de eficácia terapêutica, os dados são animadores, embora nenhum ensaio clínico randomizado. Citera e colegas seguiram-se 21 pacientes por quatro semanas e a melhora foi significativa na dor e sono, tanto de qualidade (19). O cortisol, estresse crônico e neurotransmissão também disparidades de acordo com os autores (13). Embora não todos, os estudos mostraram uma fraca produção de cortisol pela manhã de soro elevações durante a tarde (20:21). Adler et al. (22) encontraram uma fraca produção de ACTH e noradrenalina em pacientes com fibromialgia que Hipoglicemia foi induzida hiperinsulinemia e algo semelhante ocorreu durante a tentativa de estimular a produção de ACTH infundido com a interleucina 6 (23) resposta. Neeck e Riedel (24) sugerem a existência de um nível de cortisol hormonas produzindo hiperactividade. Essa hiperatividade, mantido pelo estresse crônico, resultando em hipercortisolemia com influência hormonal em outros eixos, justificando conclusões como hiperprolactinemia, aumentam endorfinas e encefalinas, supressão da função gonadal e da inibição da síntese de hormônio do crescimento e de hormônio da tireóide. É possível que o estresse crônico acaba exausto, após um período de hiperexcitabilidade, a competência de secreção de um eixo neuro-hormonal que certamente é galopante na doença. Por outro lado, sabemos que as drogas serotoninérgicas, precursores da serotonina ou agentes que inibem a recaptação de serotonina no nível sináptico estimular a actividade do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA); pode-se falar de uma "tom hiposerotoninérgico" no SNC de doentes com SFM (25), e alterou a actividade serotonérgica foi descrito na doença e distúrbios do sono relacionados (8) .Embora o seu valor é desconhecido etiopatogénica e alguns autores relataram que alterando o neurotransmissor não é significativa (26), verificou-se elevações de doentes de fibromialgia anti-serotonina (27). Também não deve ser esquecido comorbidade da fibromialgia com outras doenças que também foram envolvidos na serotonina e um polimorfismo no gene que codifica a catecol-O-metiltransferase (COMT) (enxaqueca, síndrome do intestino irritável, depressão , etc.) (28). Tendo em vista a informação parece lógico em uma disfunção do eixo HPA, como resultado de estresse crônico, com hiperatividade do sistema adrenocorticotrófico e exaustão. Este fenômeno pode estar relacionado a uma disfunção da neurotransmissão, e descreveu as alterações nos níveis de substâncias como a noradrenalina e dopamina no líquido cefalorraquidiano (29); ou triptofano e serotonina no plasma e fluido cerebrospinal (30); bem como o aumento dos níveis de substância P no líquido cefalorraquidiano de pacientes com fibromialgia (31,32). A falta de controle da neurotransmissão ao nível regional explicaria a doença clínica, com mudanças nos padrões de comportamento, distúrbios do sono, imunossupressão, hiperatividade muscular, distúrbios tróficos, alterações peristálticas, disfunção sexual, dismenorréia, disfunção da tireóide, facilitação à dor, manutenção simpática, etc. (33). Distúrbio do sono alterações do sono na fibromialgia é caracterizada por uma diminuição na eficiência de repouso e aumento do número de despertares, não sendo estranho também experimentam episódios de síndrome da apnéia e pernas inquietas. Descrito uma diminuição no registro de ondas lentas e intrusão de ondas alfa na taxa delta durante o sono não-REM; no entanto, esta taxa de alfa-delta não é única para a doença pode ser induzida em controlos saudáveis ​​por perturbar a fase IV (8). Como mencionado acima, a relação com o metabolismo anormal de serotonina foi publicada, e a eficácia dos medicamentos que promovem a regulação do neurotransmissor, como a amitriptilina e inibidores seletivos da recaptação da serotonina, provaram ter eficácia comprovada (34). Para Duna e distúrbios do sono Wilke resultaria em um déficit na síntese de serotonina, e baixas taxas de neurotransmissor esta resultaria numa redução da protecção contra a dor endorfina, um aumento nos níveis de substância P, e um hyperarousal simpático, com consequente isquemia e hipersensibilidade dor (35). Microtrauma muscular A microtrauma crônico por um estado de tensão aumentada e sustentada do músculo, um déficit de perfusão muscular, com fenômenos de anaerobiose e sensibilização dos receptores da dor. Este fenômeno também poderia ter implicações para o equilíbrio de redox muscular com o estresse oxidativo, depleção de energia, fadiga e dor (36,37). Alterações posturais e fenômenos como o bruxismo são comuns em pacientes com fibromialgia, estresse e desajustamento mecânico seria um ponto-chave no desenvolvimento da limitação clínica, funcional para acionar o que facilitaria a falta de longo prazo da auto-estima e distúrbios de ansiedade (38). Nós estudamos a relação entre lesões musculares repetitivos por trabalho estresse físico e o desenvolvimento de dor generalizada. Certas atividades de trabalho pode levar a dor crônica que preenche os critérios diagnósticos para a doença, e é interessante notar que os trabalhadores que não sofrem de estresse muscular reduzida incidência repetitiva de lesões musculares geralmente não desenvolvem a síndrome ( 39). Foi colocada a hipótese de que uma alteração na gestão do metabolismo do cálcio, um ião essencial como um mediador entre a estimulação eléctrica e contracção muscular, ou uma alteração na produção da hormona de crescimento e ritmos, ambos determinados geneticamente poderiam causar hipertonia rigidez muscular e dor (40). Aguda Trauma Um exemplo já clássico de introdução da doença está sofrendo aceleracióndeceleración síndrome ou whiplash; neste caso, podemos falar de fibromialgia fibromialgia secundário ou pós-traumático. O estabelecimento após um acidente de carro um distúrbio psico-emocional complexa, a ser perpetuada, está presente na literatura e tem sido amplamente desenvolvido (41). A clínica é registrada principalmente varredura dores musculares, caráter miofascial, geralmente generalizada, enxaqueca crônica, dor no pescoço, distúrbios do sono, disfunção cognitiva e autonômica, disfunção craniomandibular e alterações de humor. O envolvimento cervical parece ter um peso específico especial, como evidenciado por um estudo efectuado por Buskila em 1997, onde uma amostra de pacientes com chicotada em comparação com uma amostra de pacientes com trauma ao nível das pernas; Quase todos os sintomas foram mais prevalentes e severa na amostra de pacientes com traumatismos cervicais, e um critério de clínicas compatíveis fibromialgia ocorreu 13 vezes mais elevada do que a observada no grupo de doentes com fracturas dos membros inferiores (42). Dos 102 pacientes que participaram neste estudo, três anos depois, eles foram capazes de recrutar 78 e 20 dos 22 pacientes que tinham sido submetidas a fibromialgia foram avaliados; 60% dos pacientes que desenvolveram a doença fibromialgia continuou depois de três anos (43). Moldofsky et al. estudaram uma amostra de 24 pacientes com dor crônica após um acidente; Neste grupo, todos, menos um, independentemente do estado sofria de fibromialgia reivindicação médico-legal que se situam (44). A lesão de chicotada é uma experiência traumática, e relata-se que os sintomas podem ser retardada em cerca de metade dos casos, isto pode ser independente da velocidade da colisão. Radanov et al. (45), seguido por 24 meses uma amostra consecutiva de 117 pacientes recrutados de forma aleatória; foi que em dois anos 18% dos indivíduos tinham sintomas relacionados a acidentes e saber que, embora a lesão ocorre principalmente em nível cervical, aproximadamente 22% dos casos ocorrem dor generalizada e fibromialgia (46). Esses mecanismos estão implicados fenômenos centrais hiperestimulação responsáveis ​​pelos fenômenos de hiperalgesia secundária e alodinia (47). Banic e sua equipe mostraram que em ambos os processos de fenómenos de hiperexcitabilidade da coluna vertebral (48) são partilhadas. Na sequência da revisão sobre o assunto faz em seu tratado Dr. Benigno Casanueva (49). Magnusson foi investigada em uma amostra de 38 pacientes com whiplash, se houver sintomas que satisfazem os critérios de outros processos de doença associada; 10,5% preencheram os critérios para fibromialgia (50). Alterações na modulação da dor de fenômenos de hiperexcitabilidade neuronal nas vias nervosas envolvidas pode levar a modulação descendente do limiar da dor; níveis alterados de transmissão sináptica e padrões espaciais fenómenos somatório condição hiper-responsividade (hipersensibilidade e alodinia) que estão associados com dor central clínica particularmente resistente ao tratamento. Com SPECT foram objetivado fenômenos hiperatividade central em indivíduos com dor crônica, incluindo pacientes com fibromialgia, em relação a indivíduos saudáveis ​​(51). A ausência de alterações estruturais nas áreas de dor levou um grupo da Universidade de Flórida para investigar o componente central da dor em pacientes que preencheram os critérios para a fibromialgia. Resposta a somação temporal dos impulsos ("wind-up"), utilizando série seqüencial de estimulação térmica repetida da pele foi avaliada. Verificou-se que doentes com fibromialgia perceber a dor ao primeiro estímulo e o período de latência entre os conjuntos de estímulos foi inferior em comparação com os controlos; bem, depois da última série dor referida foi maior e de maior duração (52). Sem fugir fenômeno de modulação de hiperexcitabilidade neuronal expressas além das vias neurais do processamento da dor, bem como, após Leon Chaitow "hipersensibilidade emocional também pode afectar a susceptibilidade do facilitação vias nervosas". um círculo vicioso de tal modo que a hipersensibilidade a dor facilita a excitabilidade emocional, e vice-versa é estabelecida, condições muito clínicas dos pacientes, piorar em situações estressantes e capaz de relaxar melhor. Para Goldstein, o papel dos circuitos límbicas seria decisivo nestes padrões de resposta (53). Imunossupressão. A infecção viral Imunossupressão indivíduo também tem sido proposta como um componente no desenvolvimento etiopatogénico fibromialgia. Descrito na literatura, tanto para a fibromialgia para a síndrome da fadiga crónica, a aparência da imagem na sequência de um episódio de tipo infeccioso, geralmente causada por infecção viral (54). O agente infeccioso levaria a ativação com a libertação de citocinas mediadores de dor e desenvolvimento de processos de inflamação neurogênica e hiperexcitabilidade. Estudos experimentais têm descrito alterações na produção de citocinas na fibromialgia e Moldofsky em 1995 e ligada a actividade de interleucina-1 no sistema neuroendócrino e para a estabilidade da suspensão (55). Além disso, o uso de imunomoduladores farmacologia tem sido proposta por alguns autores (56). A detecção de enterovírus no músculo em pacientes com fibromialgia e síndrome da fadiga crônica tem sido contestada, e poderia justificar o esforço e dor mantidas por infecção viral persistente após a exposição. Douche-Aouric detectadas amostras de RNA de enterovirus de biópsias de pacientes com fibromialgia e fadiga crônica, enquanto não há amostras de indivíduos saudáveis ​​mostraram a ser afetada (57). Outros estudos ligaram várias condições virais com síndrome da fibromialgia: herpes vírus HHV-6 é encontrado com mais freqüência em pacientes com fibromialgia e síndrome da fadiga crônica (58); Simms (59) associada com a fibromialgia do vírus HIV; a semelhança entre a condição do vírus coxsackie B e o rácio de parvovírus com fibromialgia, também têm sido publicados (60,61). Você poderia pensar que, em certos indivíduos predispostos, uma exposição viral seria o estressor que desencadeia a clínica. Síndrome da hiperventilação. Estresse Oxidativo É conhecida a relação entre transtorno do pânico e ansiedade com a síndrome de hiperventilação (62). Os pacientes afetados freqüentemente presente crise disnéicas palpitações, tonturas, tremores, agitação e sensações parestésicas e sintomas associados com transtornos psiquiátricos cujo caráter comorbidade com fibromialgia também foi revisto (28). Todos estes sintomas são comuns e são descritos na literatura como característica de pacientes com fibromialgia, cujo limite de transtorno somatoforme tem sido discutido (63). É interessante para chamar a atenção para a hipótese de que o síndrome de fadiga crónica e fibromialgia como diretamente relacionado com (64,65) doenças do corpo global de equilíbrio de oxidação-redução crônica descompensada. Também foi relatado a possibilidade de que a dor muscular crônica é devido a um estresse oxidativo nível desordem fibrilar (66) à má gestão de energia pela célula muscular, o que justifica ainda mais a falta de lesões patologicamente inconclusivos ( 67). Também mencionou perturbação da microcirculação na doença, o que resultaria em um déficit oxidativo inevitável (68). Em 2000, foi publicado na revista "Circulation" trabalho concluindo que o estresse leva à inibição da capacidade circulatória, supostamente prejudicar a capacidade de induzir a vasodilatação endotélio, uma vez que a produção de óxido nítrico endotelial pode ser alterado (69). Para tudo isto se acrescentar mais dois conceitos; um caráter mecânico e outro Primeira hiperventilação neuropática, além de diminuir a pressão parcial de oxigênio por underfilling pulmão, feita presumivelmente relacionada a um bloqueio diafragmático vai significar um aumento de retrações esternais, e uma sobrecarga da musculatura superior o tronco (70); e em segundo lugar, a falta de perfusão a nível central pode interferir com os padrões de percepção da dor (71). A predisposição genética tem sido apontado anteriormente a aplicação da hipótese de impacto definitivo duplo para transtornos afetivos, ou o modelo de Goldstein fibromialgia e síndrome da fadiga crônica. Em ambos os casos, os fatores de estresse, agindo de forma abrupta ou veladamente, esgotar e / ou esgotar a capacidade de adaptação do indivíduo, em que aparecem os sintomas. Mas é de uma maneira ou de outra, parece ser necessário predisposição prévia geneticamente codificado, de modo que o indivíduo é incapaz de suportar as exigências do ambiente. Com base nisso, temos vindo a desenvolver vários estudos que analisam os fatores genéticos, cuja interação com o meio ambiente, promover o desenvolvimento da fibromialgia. Roizenblatt et al. (72), trabalhando em aspectos do sono na fibromialgia compararam três grupos de adolescentes, que preencheram os critérios para fibromialgia, outros não conheci, mas a dor generalizada relacionada, e outros que não tinham dor. Os autores observaram uma predominância significativa de mulheres com fibromialgia do grupo preencheram os critérios de (71%) em comparação com o grupo de dor crônica (30%) ou assintomática (0%). Grupo Buskila D e Neumann L (73,42), conduziu várias trabalho familiar para quantificar a possível ocorrência de doença genética, e concluiu que um componente genético parecia estar presentes. Tem sido sugerido que, dada a comorbidade entre transtornos de humor e de fibromialgia, uma base genética comum pode ser a base tanto (74). A tendência familiar de doenças semelhantes e associados, como a síndrome do intestino irritável (75), enxaqueca (76 ), ou mesmo PTSD (77), tenha sido descrita na literatura. Mecanismos fisiopatológicos associados com instabilidade adrenocorticosuprarrenal poderia apoiar a adaptabilidade menor em famílias com maior propensão a somatização supostamente hereditária. Com relação às síndromes somáticas funcionais, dentro do qual poderia abranger a doença, em que o espectro afetivo é alterada pelo somáticas (76,78), é possível encontrar extensa literatura de alguma característica fenotípica associada com a transmissão catecolaminérgico. Na verdade, vários estudos têm descrito polimorfismo genético nos pacientes de serotonina e dopamina sistemas de fibromialgia e doenças associadas, como a síndrome da fadiga crônica, síndrome do intestino irritável, ou tipo de personalidade ansiosa (4.79, 80-85). Finalmente, apoiado pela similaridade clínica entre fibromialgia e hipotireoidismo (injustificada fadiga, ganho de peso, apesar de manter a dieta, intolerância ao frio, sinal de Raynaud ...) (86), e não em desacordo com hipótese de disfunção catecolaminérgico tem sido considerada uma desregulação geneticamente tiróide pode ser ditada por um erro de transcrição, resultando numa alteração do reconhecimento da hormona pelas células da tiróide (87). Parece aptidão genética clara na fibromialgia, polimorfismo associado com os sistemas serotoninérgicos e dopaminérgicos, mas não de natureza proprietária, se não em relação a outros transtornos relacionados ao estresse. Para resumir esta seção, podemos remeter para o modelo de Goldstein, em que a fibromialgia seria o resultado, Enquanto um estressores soma menor ou conseqüência do impacto do fator estressor sobre a maior predisposição ou não geneticamente mediada. Isso explica a variedade de doença clínica e etiopatogênico. Metabolismo energético. Patologia Dada a limitação funcional e esta clínica em pacientes com fibromialgia, é natural ou faltando estudos neurofisiológicos ou metabólicas-patológico lógicas em busca de uma lesão microscópica ou bioquimicamente palpável. Vários autores têm realizado polarização biópsias musculares de pacientes com fibromialgia, e também houve comparações com os controles. Em geral, as alterações nas amostras dos pacientes são evidentes, mas são geralmente não específica; a presença de "lesão" para ocorrer igualmente em outros tipos de miopatias, quer inflamatória, distróficas ou raça mitocondrial (88) é repetido. O mais repetidas em achados da microscopia de luz são a presença de fibras "comido traça-", "vermelho esfarrapado" (89- 91), e as mudanças em "zig-zag" linha Z ("fluxo contínuo") (89,92) . Quanto à microscopia eletrônica são subsarcolemal e características difusas sugestivas acumulações mitocondriais da doença mitocondrial alterada e balanço energético. Enquanto Bennett e seu grupo em 89, determinou condição oxidativa mitocondrial (10), outros autores, incluindo o próprio Bennett, falar de oxigenação e anormais alterações na relação ATP / AMP (89-91,93-95) . Estudos recentes têm mostrado que o músculo mitocondriopatias tipo de efeito em pacientes com fibromialgia clínica (96-98), que funciona em combinação com a determinação de enzimas antioxidantes e produtos de peroxidação lipídica (64), reforça a hipótese de que considera doença um distúrbio do estresse oxidativo, embora a metodologia bioquímica diversificada faz para alguns autores, estes resultados não são conclusivos (88). CONCLUSÃO Por 30 anos, o modelo biopsicossocial da doença é aceita, segundo a qual tanto a dor e fadiga seria o produto de diferentes fatores (trauma, doença, procedimentos médicos, defeitos de nascimento, etc.). A condição patológica é mantida pela combinação de tais factores, tanto físicas e sociais. Para Goldenberg, de acordo com este modelo de doença, ausência de lesões de órgãos não significa que os sinais e sintomas são psicogênica. Este conceito seria a base de um plano de tratamento integrado, em que a coordenação de educação, exercício aeróbio e Terapia cognitivo-comportamental tem se mostrado eficaz no alívio dos sintomas da doença (95). REFERÊNCIAS 1. Wolfe F, Smythe HA, Yunus MB, Bennett RM, Bombardier C, Goldenberg DL, et al. O Colégio Americano de Reumatologia. Os critérios de classificação da fibromialgia. Relatório da Comissão Critérios Multicenter. Arthritis Rheum 1990; 33 (2): 160-72. 2. Buchwald D. fibromialgia e síndrome da fadiga crônica. Semelhanças e expatriados. Rheum Dis Clin North Am 1996; 22: 219-43. 3. Aaron LA e Buchwald D. crônica difusa musculoesquelética dor, fibromialgia e condições clínicas inexplicáveis ​​co-mórbidas. Melhor Pract Res Clin Rheumatol 2003; 17: 563-74. 4. Cohen H, Buskila D, L Neumann, Ebstein RP. 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FJ Dor Eng Soe, Vol 18, No. 6, Novembro-dezembro 2011 CORRESPONDÊNCIA: ... e-mail: noelagius@clinalgia.com www.clinalgia.com PUBLICIDADE  Links relacionados; Orientar e padrões de higiene do sono Inflamação e pouco sono Eles revelam como o cérebro lida com o estresse Identificou um gene relacionado com a dor crônica Tapentadol de retardo, o primeiro de uma nova família de analgésicos A fibromialgia não deve ser o catchall Fibromialgia; Sindicatos de jornalistas denucian seu chefe para tratamento de informações Fibro Fog em Síndrome de Fibromialgia e Fadiga Crônica Siga as notícias em tempo real | Compartilhar     Não encontrou o que você está procurando ???    Custom Search  De volta 
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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Síndrome de sjogren

SÍNDROME DE SJÖGREN SÍNDROME DE SJÖGREN Por PEDRO PINHEIRO
A síndrome de Sjögren é uma doença de origem autoimune, que ataca glândulas e órgãos do nosso corpo. A síndrome de Sjögren acomete preferencialmente mulheres; a cada 10 pacientes com esta doença, 9 são do sexo feminino. Neste artigo vamos abordar os seguintes pontos sobre a síndrome de Sjögren: O que é a síndrome de Sjögren. Causas e fatores de risco para a síndrome de Sjögren. Sintomas da síndrome de Sjögren. Diagnóstico da síndrome de Sjögren. Tratamento da síndrome de Sjögren. O QUE É A SÍNDROME DE SJÖGREN A síndrome de Sjögren é uma doença de origem autoimune, ou seja, é uma doença na qual o sistema imunológico equivocadamente passa a atacar células e tecidos do nosso próprio corpo, como se estes fossem agentes invasores perigosos para a nossa saúde. O sistema imune produz autoanticorpos e estimula células de defesas, como os linfócitos, a atacar e destruir partes do nosso próprio organismo (leia: DOENÇA AUTOIMUNE). No caso específico da síndrome de Sjögren, os alvos principais são as glândulas lacrimais e salivares, provocando sintomas como olhos e boca seca. Todavia, a doença pode não se restringir a essas glândulas, sendo possível também o acometimento de outros órgãos, como articulações, rins, pulmão, nervos, pele, fígado, pâncreas, etc. CAUSAS E FATORES DE RISCO PARA A SÍNDROME DE SJÖGREN Assim como em quase todas as doenças de origem autoimune, não sabemos exatamente por que o sistema imunológico destes pacientes subitamente passa a agir de forma equivocada, atacando tecidos e órgãos do próprio organismo. Sabemos, entretanto, que há um forte componente genético na sua gênese, pois os pacientes com síndrome de Sjögren apresentam alguns genes em comum. Porém, para que a síndrome de Sjögren apareça, não basta a herança genética, alguns outros fatores ambientais ainda não esclarecidos, como infecções por certos vírus ou bactérias, parecem ser necessários para que o sistema imunológico dos pacientes geneticamente susceptíveis passe a agir de forma perigosa. Cerca de metade dos pacientes com síndrome de Sjögren apresenta também outra doença autoimune associada, como lúpus (leia: SINTOMAS DO LÚPUS), artrite reumatoide (leia:ARTRITE REUMATOIDE | Sintomas e tratamento), esclerodermia ou tireoidite de Hashimoto (leia: HIPOTIREOIDISMO | Tireoidite de Hashimoto). Portanto, ter uma doença autoimune é um fator de risco para ter síndrome de Sjögren, assim como ter síndrome de Sjögren é um fator de risco para ter outras doenças autoimunes. Classificamos como síndrome de Sjögren primária os casos no qual não há outra doença autoimune associada. Já os pacientes que possuem síndrome de Sjögren além de outra doença autoimune, como lúpus ou artrite reumatoide, são considerados como portadores de síndrome de Sjögren secundária. Outros fatores de risco importantes para a síndrome de Sjögren são o sexo feminino, já que mais de 90% dos casos ocorrem em mulheres, e a idade, pois, apesar da doença poder surgir em qualquer faixa etária, ela é mais comum em pessoas acima dos 40 anos. SINTOMAS DA SÍNDROME DE SJÖGREN A xeroftalmia (olhos secos) e a xerostomia (boca seca) são os sintomas mais típicos da síndrome de Sjögren. Porém, a doença costuma ser insidiosa, com progressão lenta e com sintomas inespecíficos, comuns a várias outras doenças reumatológicas, principalmente nos primeiros anos, fazendo com que o diagnóstico correto, muitas vezes, só seja feito após anos de investigação.  A inflamação das glândulas lacrimais reduz a produção de lágrima e interfere na lubrificação dos olhos, levando a sintomas, como olhos vermelhos, olhos ressecados, ardência ou sensação de corpo estranho, coceira ou visão borrada. A falta de lubrificação dos olhos aumenta o risco de infecção ocular e lesões da córnea (leia: OLHO SECO E FALTA DE LÁGRIMAS). A inflamação das glândulas salivares provoca redução da produção de saliva, levando à boca seca, garganta seca, dificuldades para engolir, alterações no paladar, rouquidão, aumento da incidência de cáries, e lesões nos dentes, gengivas, língua e lábios. Nas crianças, a inflamação e inchaço da glândula parótida é muito comum, podendo o quadro ser confundido com caxumba (leia: CAXUMBA | Sintomas e complicações). Além das glândulas lacrimais e salivares, outras áreas do corpo podem também ser atacadas. Exemplos são as vias áreas, onde é possível haver tosse seca (leia: TOSSE | Causas e tratamento), sinusite (leia: SINUSITE | Sintomas e tratamento) e rinite (leia: RINITE ALÉRGICA | Sintomas e tratamento), além do aumento da incidência de infecções pulmonares. A inflamação das glândulas vaginais, responsáveis pela lubrificação da vagina também é comum, levando à secura vaginal, dor durante o ato sexual e aumento da frequência de infecções ginecológicas, principalmente candidíase (leia: CANDIDÍASE | Sintomas e tratamento). Cansaço e alterações menstruais também são relativamente comuns. Sintomas menos comuns da síndrome de Sjögren incluem atrite, fenômeno de Raynaud, aumento de linfonodos, lesões dos rins, lesões dos nervos e músculos. Uma complicação rara é a inflamação dos vasos sanguíneos, chamada vasculite, que pode danificar os tecidos do corpo que são nutridos por estes vasos inflamados (leia: VASCULITE | Causas e sintomas). Cerca de 5% dos pacientes com síndrome de Sjögren desenvolvem linfoma não-Hodgkin (leia: LINFOMA HODGKIN e LINFOMA NÃO-HODGKIN). Esta complicação surge, geralmente, 7 a 10 anos após o diagnóstico da síndrome de Sjögren. DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME DE SJÖGREN A síndrome de Sjögren é muitas vezes uma doença difícil de diagnosticar, pois os sinais e sintomas variam de pessoa para pessoa e podem, inicialmente, ser semelhantes aos causados ​​por outras doenças, como artrite reumatoide, lúpus, sarcoidose, amiloidose, fibromialgia (leia: O QUE É FIBROMIALGIA?), etc. Além disso, os clássicos sintomas de olhos e boca seca ocorrem em várias outras doenças, podendo também ser um efeitos colateral de uma série de medicamentos. Não é incomum, portanto, o paciente só receber o diagnóstico correto da síndrome de Sjögren vários anos após o aparecimento dos primeiros sintomas. O especialista mais indicado para conduzir a investigação de quadros sugestivos de Sjögren é o reumatologista. Não existe um exame único que consiga definir com certeza o diagnóstico. Este normalmente é feito através da avaliação conjunta dos sinais e sintomas com exames laboratoriais. A pesquisa de autoanticorpos, como o FAN (ANA) (leia: EXAME FAN (FATOR ANTINUCLEAR)), o fator reumatoide, anti-SSA/Ro e anti-SSB/La podem auxiliar no diagnóstico. Porém, estes autoanticorpos possuem elevada taxa de falso positivo e falso negativo, não sendo suficientes para o diagnóstico sem outros dados clínicos e laboratoriais. A biópsia de glândula salivar pode ser recomendada para auxiliar no diagnóstico. O procedimento é feito através da remoção de um pequeno pedaço de tecido a partir da porção interna do lábio inferior. Uma glândula cheia de linfócitos sugere que a mesma está sendo atacada pelo sistema imune, o que fala fortemente a favor da síndrome de Sjögren. Exames oftalmológicos para determinar se a produção de lágrimas está normal também são úteis: – Teste de Schirmer: neste teste, um pequeno e fino pedaço de papel filtro é inserido suavemente entre a pálpebra e o canto interno do olho. O papel é removido depois de vários minutos, e a umidade no mesmo é medida. A diminuição da quantidade de umidade é característica da síndrome de Sjögren, embora a produção de lágrima reduzida possa também ocorrer com outras condições. – Teste de Rosa Bengala: este teste detecta lesões nos olhos, principalmente na conjuntiva e na córnea, causadas pela secura crônica do mesmo. É um exame dos olhos feito após pingar um colírio com um corante específico, chamado rosa bengala. Com uma luz especial, o oftalmologista consegue detectar lesões nos olhos. TRATAMENTO DA SÍNDROME DE SJÖGREN Atualmente, não há cura para a síndrome de Sjögren. No entanto, os tratamentos podem melhorar os sintomas e prevenir as várias complicações da doença. O tratamento visa reduzir os sintomas mais incômodos. Os olhos secos são tratados com lágrimas artificiais aplicadas regularmente durante o dia ou com gel aplicado à noite. Colírios que reduzem a inflamação nas glândulas lacrimais, tais como a ciclosporina (Restasis®), podem ser utilizados para aumentar a produção de lágrima. Para aumentar a salivação, o uso de balas ou goma de mascar sem açúcar são úteis. Beber ou apenas molhar a boca com goles de água durante o dia também é importante para mantê-la bem hidratada. Alguns pacientes se beneficiam do uso de medicamentos que estimulam o fluxo de saliva, como a pilocarpina (Salagen®) ou cevimuline (Evoxac®). Como as cáries são muito comuns, deve-se escovar os dentes após qualquer refeição. Já existem no mercado pastas de dente voltadas para pacientes com boca seca. Uma visita ao dentista deve ser feita 2 vezes por ano. A hidroxicloroquina é um medicamento muito usado no lúpus e na artrite reumatoide, podendo ser útil em alguns pacientes com síndrome de Sjögren e dor articular, muscular e/ou lesões dermatológicas. Nos pacientes com doença sistêmica, acometendo vários órgãos, o uso de drogas imunossupressoras, como corticoides (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | efeitos colaterais), azatioprina, metotrexato, rituximab e ciclofosfamida pode ser necessário. 24 0 Esse texto foi útil? “SÍNDROME DE SJÖGREN”, 5 out of 5 based on 24 ratings. 1091 COMPARTILHAMENTOS FacebookTwitterGoogle ARTIGOS SELECIONADOS PARA VOCÊ: DOENÇA AUTOIMUNE | CAUSAS E SINTOMAS ARTRITE REUMATOIDE | SINTOMAS E TRATAMENTO 10 SINTOMAS DO LÚPUS OLHO SECO E FALTA DE LÁGRIMAS EXAME FAN (FATOR ANTINUCLEAR) LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO | SINTOMAS E TRATAMENTO O QUE É A PLASMAFERESE? ESPORÃO DE CALCÂNEO | DOR NO CALCANHAR About these ads  Avalie isto:  Relacionado SINDROME DE SJÖGREN Em "Não categorizado" Sindome de Sjogren Em "Não categorizado" Síndrome De Sjögren; Síndrome Sicca; Síndrome Seca Em "Não categorizado" 14 de outubro de 2014Leave a reply « Anterior Deixe um comentário O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados * Nome * E-mail * Site Comentário    Avise-me sobre novos comentários por email. Start here Sobre View Full Site Blog no WordPress.com. Now Available! Download WordPress for Android 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Maconha medicinal

Canábica Maconha pode ser o melhor tratamento para fibromialgia Publicado por Greice Gagaus  Os benefícios que a maconha traz à pacientes com fibromialgia já são bastante conhecidos pela classe médica, e cada vez mais usuários medicinais vem aderindo essa alternativa como forma de tratamento. Uma nova pesquisa da Fundação Nacional da Dor dos EUA sugere que a maconha medicinal pode estar no topo dos medicamentos atualmente disponíveis para o tratamento da fibromialgia. A pesquisa foi realizada on-line, com mais de 1.300 pacientes com o transtorno de dor crônica, para avaliar a eficácia dos inúmeros tratamentos adotados. A maconha medicinal foi comparada com as três únicas drogas aprovadas pela FDA para a fibromialgia: Savella, Lyrica e Cymbalta. Apenas 8% dos pacientes que tentaram Cymbalta, e 10% que tentaram Lyrica ou Savella, consideram essas drogas como sendo “muito eficaz” para gerenciar os sintomas do transtorno. Para cada um dos três medicamentos, mais de 60 % dos pacientes relataram “não ajudar em nada”. Por outro lado, 62% dos pacientes que tentaram maconha medicinal avaliaram ela como “muito eficaz”. Outros 33 % disseram que “ajuda um pouco”, e apenas 5% sentiram que o uso de maconha para a fibromialgia “não ajuda em nada”. “Eu não encontrei nada que tenha funcionado para mim, além da maconha”, explicou um paciente na pesquisa. “Nada além da maconha medicinal ajudou na dor”, escreveu outro . A fibromialgia é uma desordem do sistema nervoso central que afeta 2-4% da população, predominantemente mulheres. Mas, enquanto os cientistas ainda desvendam o enigma sobre a verdadeira causa da fibromialgia, as últimas descobertas não são exatamente uma surpresa. Em um estudo de 2011 realizado por pesquisadores espanhóis, os pacientes que usaram maconha mostraram melhorias na dor, rigidez, relaxamento e percepção de bem-estar. “O uso da maconha foi associada a efeitos benéficos para alguns sintomas da fibromialgia”, observou os autores. Da mesma forma, uma pesquisa em 2012 constatou que 1 em cada 8 canadenses que vivem com fibromialgia dependem da maconha para lidar com seus sintomas. “Acreditamos que há provavelmente um papel para essa classe de compostos, os canabinóides em geral”, explica o Dr. Mark Ware, professor de anestesia na Universidade McGill e co-autor do estudo canadense. “É apenas uma questão de trabalhar a forma como vai ser posto em prática”, acrescenta . Um estudo anterior do Dr. Ware e sua equipe revelaram que Nabilona, uma pílula que contém o ingrediente ativo da maconha, o THC , pode ajudar pessoas que sofrem de fibromialgia dormir melhor. Nabilona também demonstrou reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida em pacientes com a desordem. Ainda assim, alguns pacientes preferem a maconha in natura ao invés de versões sintéticas, que são conhecidas por terem efeitos colaterais mais potentes. “Eu tenho pacientes com uma variedade de síndromes de dor que falharam com todos os seus outros tratamentos, e a maconha tem sido a única opção razoável que eles têm para o controle de seus sintomas, ” diz o Dr. Ware. Muitas pessoas e até mesmo alguns usuários ainda não possuem a noção da importância que a maconha tem na medicina, em suas diversas vertentes para uma grande variedade de doenças e transtornos. Com as pesquisas e relatos de pacientes que se beneficiam com essa forma de tratamento, podemos ajudar e mostrar à outras pessoas que também necessitam, um outro meio de tratamento, muitas vezes bem mais eficaz, saudável e barato do que os convencionais derivados da indústria farmacêutica. 13 de Maio de 201410 Comentários « Anterior Seguinte »  Ver Site Completo Criado com WordPress 

sábado, 27 de setembro de 2014

 Home Clinica Serviço Certificado Congresso Contato  TERMOGRAFIA (InfraRed) A Imagem Infravermelha é um dos métodos mais modernos de diagnóstico da atualidade. É capaz de detectar inúmeras doenças, muitas vezes não detectadas por outros métodos, e de forma ainda mais precoce. É um exame totalmente não invasivo e sem nenhum contato físico. Além de não emitir nenhum tipo de radiação é totalmente indolor. Portanto, pode ser empregado em crianças e gestantes, sem nenhum tipo de risco. A Imagem Infravermelha é especialmente útil em pacientes com dor crônica que já sofreram outros tipos de exames ou múltiplos procedimentos dolorosos, e que, portanto mostram alguma resistência na realização de mais exames ou provas diagnósticas. A Imagem Infravermelha, também conhecida como TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA, pode ser repetida tantas vezes quanto necessário sem risco ou dor para o paciente. A Imagem Infravermelha de alta resolução é uma técnica de diagnóstico já realizada em diversos países da Europa, Ásia e América do Norte, permitindo a análise de variações mínimas na temperatura da pele. Lesão no nervo ulnar. A pele das pessoas com saúde possui uma SIMETRIA térmica indicativa de normalidade. Uma vez detectada qualquer ASSIMETRIA, isto indica uma alteração no organismo. Porém, a mão humana só é capaz de discriminar alterações de no máximo 2°C. No entanto a Imagem Infravermelha, ou Termografia, é capaz de avaliar até um décimo de grau centígrado e ainda mais, sem nenhum contato físico ou contraste. Normalmente, um aumento na temperatura indica uma maior circulação sanguínea local que pode ser devida a um processo de dor ou um processo inflamatório entre outras causas.  Com relação a aumentos de temperatura, estudos canadenses demonstraram que um aumento de temperatura em uma das mamas pode indicar a presença de um tumor, antes de o mesmo aparecer na mamografia. Por outro lado, a diminuição de temperatura também é importante na caracterização de doenças de má circulação sanguínea, lesões de nervos ou dores crônicas. A Imagem Infravermelha é um método que complementa ainda mais os achados anatômicos das atuais técnicas radiológicas (radiografia, ultra-sonografia, tomografia, ressonância magnética) porque avalia como o corpo está funcionando, independente se há uma alteração de estrutura ou tecido detectável por esses exames. É um exame básico na investigação de doenças, pois possibilita: • Um exame totalmente indolor; • Um diagnóstico realmente precoce; • O acompanhamento mais seguro das doenças crônicas; • A detecção de doenças em fases mais precoces como: tumores de mama, doenças da tireóide, sobrecargas músculo-esqueléticas, alterações neurológicas, entre outras; • A avaliação da recuperação do organismo aos diversos tipos de tratamentos (medicação, fisioterapia, cirurgias, acupuntura, eletro-estimulação); • Que o paciente seja poupado de exames invasivos desnecessários e desagradáveis; • Economia de muito tempo do médico na avaliação do seu paciente; • Diminuição nos custos do tratamento do paciente, especialmente na diferenciação entre doença articular, neurológica, miofascial e circulatória em apenas um exame; • Evidências de lesão permanente através da documentação por imagem da resposta aos tratamentos: favorável, desfavorável ou sem mudança apreciável.  COMO É REALIZADO Com realizar o exame na sala de exames, a região de interesse (membros superiores, membros inferiores, tronco, cabeça, face ou o corpo todo) é exposta a uma temperatura ambiente agradável (22°C), por um período de 15 minutos. Dessa maneira a superfície da pele vai equilibrando o seu calor com o meio ambiente, passivamente, até se estabilizar. Essa estabilização térmica cria na superfície da pele áreas de diferentes temperaturas. Uma câmera especial é então direcionada para o paciente para realizar a filmagem. Os filmes e imagens que são geradas são então avaliadas por um médico especializado. Cada área da pele se comunica com um determinado órgão, articulação ou músculo através do sistema nervoso. Se houver qualquer alteração destas estruturas, isto vai aparecer como áreas de temperaturas anormais para a região, como você pode ver nessa imagem ao lado: Desta maneira é possível ver a função de cada órgão, articulação ou músculo partindo da regulação da temperatura. Em muitas ocasiões podem ser detectadas anomalias do funcionamento destes orgãos ou estruturas anos antes de aparecerem os primeiros sintomas (tumores de mama, sobrecarga músculo-esquelética e assim por diante). COMO SE PREPARAR PARA O EXAME Para se submeter a um exame de TERMOGRAFIA, você tem que se seguir as seguintes orientações: Venha tranqüilo e relaxado. Se você tiver ido a uma sessão de hidroterapia, massagem, fisioterapia, ou tiver tomado banho quente, ou ainda tiver feito exercícios físicos ou acupuntura espere pelo menos 3 horas antes de fazer o exame; 24 horas antes da termografia só tome os medicamentos estritamente necessários e recomendados por indicação médica. Não tome medicamentos que possam ser suspensos temporariamente (calmantes, analgésicos, antiinflamatórios, medicação para tireóide...). Se você estiver sob ação de medicamentos, consulte seu médico ou informe nossa equipe antes de realizar o exame; Imagem infravermelha de corpo inteiro No dia do exame não beba café, chá, bebidas alcoólicas, não faça refeições muito calóricas (gordurosas, doces), não fume e nem lave as mãos com água muito fria ou quente. Não use nenhum tipo de cosmético, desodorante, filtro solar, hidratante, creme na pele na região próxima a que vai ser examinada. Use uma roupa confortável e cômoda, não apertada; evite tecidos artificiais. Não vá com roupas que possam apertar as regiões que vão ser avaliadas (sutiãs, cintas, relógios, anéis, correntes). Se possível, traga seu histórico médico e outros exames que já tenha feito. Não venha suado. É conveniente que relaxe aproximadamente 20 minutos, sentado na sala de espera. Não cruze e nem apóie as mãos e as pernas. Se você não puder cumprir alguma das orientações acima, isso deve ser comunicado à equipe antes do exame.  

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Vasculite

Reumatologia Vasculite ​​​​.
​Vasculite As vasculites são doenças causadas por inflamação dos vasos sanguíneos do organismo. Nestas doenças, a parede dos vasos sanguíneos é invadida por células do sistema imunológico, o que pode provocar estenose (estreitamento), oclusão (fechamento), formação de aneurismas e/ou hemorragias. Podemos classificar as vasculites em primárias e secundárias. As vasculites primárias são doenças raras, de causa pouco conhecida, que ocorrem quando o vaso sanguíneo é o alvo principal da doença. A classificação das vasculites primárias baseia-se no tamanho do vaso acometido (pequenos, médios e grandes vasos). Já as vasculites secundárias são aquelas em que se observa o acometimento dos vasos devido a alguma doença autoimune, infecções, neoplasias, exposição a drogas, dentre outras. As diferentes vasculites apresentam características próprias e devem ser diagnosticadas corretamente para que o melhor tratamento seja utilizado. Em geral, há suspeita da doença em pacientes que apresentam febre sem causa comprovada, cansaço, dor articular e quadro vascular trombótico (como acidente vascular cerebral, infarto e/ou angina, sem fatores de risco para aterosclerose). Pode ocorrer acometimento de múltiplos órgãos e sistemas como rins, articulações, sistema nervoso central e vias respiratórias. Principais vasculites Doença de Behcet – Pode afetar vasos de qualquer tamanho. Caracteriza-se por úlceras na boca e nos genitais e por acometimento visual. Pacientes com este tipo de vasculite, geralmente, são jovens entre 20 e 30 anos. Doença de Buerger – Também conhecida com tromboangeite obliterante. Afeta vasos das mãos e pés e é relacionada com o hábito de fumar. Vasculite do sistema nervoso central – Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, tontura, confusão, alteração de personalidade, podendo, inclusive, levar a acidente vascular cerebral (AVC). Síndrome de Churg Strauss – É uma vasculite que envolve inflamação de pequenos e médios vasos. Caracteriza-se por asma e predomínio de eosinófilos (células brancas do sangue). Pode acometer seios de face, pulmões, coração e outros órgãos. Crioglobulinemia – O paciente costuma apresentar vermelhidão (rash) nas pernas e dor articular. A crioglobulinemia tipo 1 pode estar associada a linfomas, enquanto a crioglobulinemia tipo 2 frequentemente se associa a hepatite por vírus C. Arterite de células gigantes ou arterite temporal – Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, alteração visual, febre, dor no ombro e mandíbula. Acomete, em geral, pacientes acima dos 50 anos. Púrpura de Henoch-Shönlein – Afeta a pele, os rins, as articulações e o estômago. Pode ocorrer em qualquer idade, mas é comum em crianças, frequentemente, associada a infecções no sistema respiratório. Vasculite de hipersensibilidade – É descrita como vasculite por reação ao uso de drogas (medicamentos). Apresenta lesões na pele na forma de pontos vermelhos e a biópsia de pele acometida revela uma vasculite leucocitoclástica. Doença de Kawasaki – Vasculite rara. Em geral, acomete crianças abaixo de cinco anos. Os sintomas são: febre, olhos e lábios vermelhos, vermelhidão nas pernas (rash), edema de mãos e pés e aparecimento de gânglios. Pode comprometer os vasos do coração. Poliangeite microscópica – Afeta principalmente os rins, a pele e os nervos, podendo alterar a sensibilidade. Poliarterite nodosa – Comum em pessoas entre os 30 e 40 anos, pode afetar a pele, os rins e os nervos. Em alguns casos, pode estar associada ao vírus da hepatite B. Polimialgia reumática – Provoca fraqueza dos músculos dos ombros e quadris, estando associada à vasculite de células gigantes. Arterite de Takayasu – Afeta a aorta (a maior artéria do corpo) e os ramos de artérias que levam sangue para os órgãos. A doença é mais frequente em mulheres jovens, asiáticas, com menos de 40 anos, mas tem sido descrita cada vez mais em outras populações. Vasculite granulomatosa de Wegener – É muito comum que seu início seja com sintomas no trato respiratório superior, como nariz, seios da face e garganta. Os pulmões e rins também podem ser afetados. Ocorre predominantemente em adultos jovens. Dra. Patrícia Barinotti – CRM (SP): 65.498. ​ Acesse Resultado de Exames Portal do Paciente Portal do Médico Portal de Educação Unidades Bela Vista – Hospital e Pronto Atendimento Bela Vista – Centro de Diagnósticos Centro de Oncologia de Brasília do Sírio-Libanês Sírio-Libanês Unidade Itaim Sírio-Libanês Unidade Jardins Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa Instituto de Responsabilidade Social Siga-nos Facebook LinkedIn Google Plus Política de Privacidade © 2014 Hospital Sírio Libanês. Todos os direitos reservados.

Fibromialgia

 HOME O QUE É A DOR A CTD ESPECIALIDADES TERMOGRAFIA DICAS DE SAÚDE NOTÍCIAS AGENDAMENTO CONTATO Notícias Fibromialgia: diagnóstico e as causas da doença  O diagnóstico mudou O Colégio Americano de Reumatologia redefiniu, há três anos, os critérios que enquadram um paciente como portador da fibromialgia - problema crônico que espalha dores pelo corpo inteiro e atinge entre 2 e 3% da população brasileira. Até pouco tempo atrás, o médico tinha de apalpar 18 pontos dolorosos do corpo para detectar a síndrome. Isso caiu por terra. Hoje são levados em conta os seguintes fatores: · Dor difusa em cinco a sete partes do corpo por mais de três meses · Cansaço crônico · Problemas de memória e concentração · Insônia e sono não reparador · Diarreia ou prisão de ventre frequentes · Vontade constante de urinar · Suor em excesso · Sensibilidade ao frio As possíveis causas do problema Veja as condições fisiológicas, psicológicas e ambientais que podem culminar na síndrome. Estresse e traumas Términos de relacionamentos, perdas, baques profissionais, problemas em casa, traumas na infância e acidentes de carro que afetam a região do pescoço servem de gatilho para o distúrbio ou para o seu agravamento. Fonte: Abril Sensibilização central Pessoas com fibromialgia têm uma alteração neuroquímica no sistema nervoso central, que aumenta a percepção da dor. Possuem menos substâncias que inibem essa sensação e mais moléculas encarregadas de amplificá-la. Distúrbios psíquicos Depressão e ansiedade são comuns em portadores da síndrome e podem tanto desencadeá-la quanto ser uma consequência da dor crônica e da fadiga. Menos fibras nervosas Segundo um estudo dos reumatologistas Xavier Caro, do Centro Médico e Hospital Northridge, e Earl Winter, da Universidade North Central, ambos nos Estados Unidos, portadores da condição apresentam uma menor densidade de fibras nervosas na epiderme, o que ajudaria a explicar as dores constantes e que surgem após um leve toque na pele. Agentes infecciosos O transtorno pode dar as caras após infecções bacterianas e virais. Além disso, seus portadores ficam mais sensíveis ao frio, à umidade, ao excesso de esforço e a oscilações hormonais. Outras Novidades: 26/09/2014 | Fibromialgia: diagnóstico e as causas da doença 29/08/2014 | Cigarro X Coluna 21/08/2014 | Vinho e dor de cabeça: saiba por que a bebida pode ser responsável pelo problema 21/07/2014 | Pensar positivo por 5 minutos alivia até 60% da dor 16/07/2014 | Fibromialgia: exercício físico no inverno pode aliviar dores 26/06/2014 | Realidade virtual é usada para aliviar dores 18/06/2014 | Exercício físico é parte do tratamento da fibromialgia e pode aliviar dores 09/06/2014 | 9 relaxantes musculares naturais 04/06/2014 | Especialista esclarece dúvidas sobre Fibromialgia 12/05/2014 | Fibromialgia traz sofrimento psicoemocional, mas tem tratamento Termo de Uso e Política de Privacidade   Caminho das Árvores Av. Tancredo Neves, 1632 - Edf. Salvador Trade Center, Torre Norte - salas 1516 e 1517 Caminho das Árvores (71) 3113.1050 (71) 3113.4780 (71) 3113.4782 Ondina Rua Macapá, 227 - Ondina (71) 3032.0050 (71) 3221.0062 (71) 3221.0055 (71) 3221.0056

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